A transmissão de futebol na TV Aberta, na Grande São Paulo, terá seu encerramento no mês de abril nesta quarta-feira (29) com a partida entre Sampaio Correa x Palmeiras, às 22h (horário de Brasília). Os canais Globo e Band transmitem o jogo ida válido pela segunda fase da Copa do Brasil 2015.
Assim, o duelo será o 29º transmitido no ano por ao menos um dos dois canais, desde o início da temporada. São Paulo x Flamengo, na última partida do Torneio amistoso de Manaus, abriu a temporada. Na ocasião, apenas a Rede Globo transmitiu a partida, vencida pelo Mengão (1x0).
Desde então, São Paulo e Corinthians aparecem como equipes mais televisionadas na TV Aberta, com 13 jogos de cada, com três Majestosos transmitidos, dois na Libertadores 2015 apenas pela Globo, e um no Paulista 2015, com a presença também da Band.
Em seguida, aparece o Palmeiras com 7 jogos televisionados (o duelo desta quarta no Maranhão já está contabilizado) e depois o Santos com 5 partidas entre janeiro e abril. No domingo (3/5), as duas equipes voltam a se enfrentar na final do Paulista, no Estádio Vila Belmiro, com transmissão para todo estado nos dois canais.
Libertadores fazendo a diferença - Corinthians e São Paulo há alguns anos já são as equipes preferidas da Tv Aberta no Estado. Porém, neste ano o fato de ambos estarem na Copa Libertadores, deixa isso mais evidente. Além dos dois clássicos, na primeira e última rodadas da fase de grupo, o Timão teve outros quatro jogos transmitidos, dois contra Once Caldas (ida e volta), um contra o San Lorenzo, na Argentina, e outro contra o Danubio, em SP.
Já o Tricolor teve outros três jogos exibidos na Globo, os dois duelos contra o Danubio e a vitória sobre o San Lorenzo no Morumbi, na terceira rodada. Em comum a essas três datas, o fato de a Band não ter transmitido futebol, já que não havia rodada do Paulista ou da Copa do Brasil.
Pontuação dos times - Desde que o Blog começou a registrar as transmissões da TV Aberta nos últimos anos, usa-se 2 pontos para os jogos da Globo e 1 para os da Band, levando em consideração a audiência maior do canal global. Quando apenas a Globo transmite os jogos, aí soma-se 1 ponto para que cada data de transmissão tenha o valor de 3 pontos.
Ao término de abril, o São Paulo lidera no ranking do Futebol Paulistano, apesar de ter também 13 jogos transmitidos. Foram 12 jogos do Tricolor transmitido pela Globo e 8 pela Band, sendo que apenas 1 deles, Santos x São Paulo pelo Paulista, não teve transmissão da líder de audiência. Totalizando assim 24 pontos + 8 pontos + 4 pontos (jogos da Globo sem Band), ou seja, 36 pontos.
O Corinthians aparece apenas um ponto atrás. Foram 13 jogos transmitidos pela Globo, com apenas um dele sem partida na Band na data, e desses 13 jogos, 8 também foram transmitidos pela Band (todos no Paulista). Assim, 26 + 8 + 1 = 35 pontos.
Em terceiro lugar está o Palmeiras, com 19 pontos no ranking. Serão sete jogos do Alviverde transmitidos, apenas um deles, o duelo contra o Vitória da Conquista na primeira fase da Copa do Brasil, com exibição exclusivamente na Bandeirantes. Seis jogos com Globo e Band (18 pontos) + 1 na Band (1 ponto).
Por fim, o Santos encerrou abril com 5 jogos transmitidos, dois deles com transmissão Globo e Band, dois clássicos contra o Palmeiras, e outros três jogos apenas da Band, contra Mogi Mirim, São Paulo e São Bernardo, em datas que a Globo transmitiu os três primeiros jogos do Corinthians na Libertadores. O Peixe soma apenas 9 pontos no ranking ([2x2] + [5x1]).
Data sem futebol - Desde o início do futebol na TV Aberta em 2015, apenas uma data não teve futebol transmitido. E, não foi em uma data Fifa, por exemplo. Por incrível que pareça, isso ocorreu no fim de semana das quartas de final do Paulista. Com São Paulo e Corinthians entrando em campo no sábado, e o Palmeiras domingo às 11h, a Rede Globo optou por não transmitir Santos x XV de Piracicaba domingo, às 16h na Vila.
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quarta-feira, 29 de abril de 2015
Futebol Paulistano na TV Aberta
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Paulista 2014 chega à sua metade com Santos e Palmeiras favoritos ao título; Já São Paulo e Corinthians...
Passadas sete rodadas de um total de 15 na primeira fase do Campeonato Paulista de 2014, santistas e palmeirenses tem bons motivos para acreditar no título do torneio. Ambos tem campanhas iguais, são seis vitórias e um empate, com aproveitamento de 90,4%. Já são-paulinos e corintianos, desses eu falo depois...
Com melhor saldo de gols e também mais tentos marcados, o Peixe tem a melhor campanha do Paulista. São 17 feitos e quatro sofridos, contra 14 feitos e os mesmos quatro tomados pelo Verdão. No time alvinegro, o artilheiro é a promessa Gabigol, com quatro gols.
No Aliviverde, a artilharia está com Alan Kardec, que na última partida desperdiçou o quarto gol no campeonato, ao mesmo tempo jogou fora a possibilidade de manter o time 100%, porque se faz o penal, o Verdão ganharia de 2x1 do Audax.
Coincidentemente, os dois clubes que brilham foram aqueles que jogaram em casa no primeiro clássico da temporada. O Santos fez 5x1 no Corinthians dentro do Alçapão, deixando o rival em uma grande crise. Crise esta que, por ser início de temporada, ainda é de se ignorar.
Já o Palmeiras fez um jogo perfeito contra o apático time do São Paulo. De um lado se viu um time sobrando em campo, correndo e se entregando taticamente. Do outro, um time sem esquema tático, sem vontade e sem finalizar. Sem nada.
Falando de São Paulo e Corinthians, a patética troca entre Jadson (definitivo) e Alexandre Pato (por dois anos de empréstimo) mostram como os dois clubes estão perdidos.
Jadson não fará falta alguma ao time Tricolor. E, mesmo sendo um jogador, teoricamente diferenciado, Pato também não faz falta ao Timão. Mas não é compreensível rivais se reforçarem, ainda mais por vontade própria.
No Paulista, o São Paulo faz uma campanha razoável. São quatro vitórias e três derrotas. Quando joga em casa, ganha. Quando joga fora, perde. Não encontrou adversários a altura em casa e, seja qual for o nível do rival, fora de casa simplesmente andou em campo.
O alerta para Muricy deve ser aceso, pois historicamente seus times demoram a embalar. Se o negócio começar a andar apenas em outubro, acredito que será tarde para brigar por títulos.
Já o Corinthians tem a pior campanha entre os quatro grandes. Venceu os dois primeiros jogos, perdeu os quatro seguintes e empatou o último. Para um clube da grandeza corintiana, ficar cinco jogos no Paulista sem vencer é inaceitável.
Porém, ao mesmo tempo que gritam e esperneiam dizendo que o clube está em crise, vale lembrar que a decisão do torneio será no mata-mata. A única vantagem de quem tem campanha melhor é jogar em casa, ou seja, se o Timão enfrentar o São Paulo em uma hipotética semifinal, a história recente mostra que não há dificuldades.
Se enfrentar o Palmeiras ou Santos em dois jogos, em uma provável final, também não há favoritos. Isso porque no futebol, apenas o peru morre de véspera. Quando o assunto é clássico, tudo pode acontecer. Pelo contrário, são os jogos mais suscetíveis a resultados inesperados.
Com melhor saldo de gols e também mais tentos marcados, o Peixe tem a melhor campanha do Paulista. São 17 feitos e quatro sofridos, contra 14 feitos e os mesmos quatro tomados pelo Verdão. No time alvinegro, o artilheiro é a promessa Gabigol, com quatro gols.
No Aliviverde, a artilharia está com Alan Kardec, que na última partida desperdiçou o quarto gol no campeonato, ao mesmo tempo jogou fora a possibilidade de manter o time 100%, porque se faz o penal, o Verdão ganharia de 2x1 do Audax.
Coincidentemente, os dois clubes que brilham foram aqueles que jogaram em casa no primeiro clássico da temporada. O Santos fez 5x1 no Corinthians dentro do Alçapão, deixando o rival em uma grande crise. Crise esta que, por ser início de temporada, ainda é de se ignorar.
Já o Palmeiras fez um jogo perfeito contra o apático time do São Paulo. De um lado se viu um time sobrando em campo, correndo e se entregando taticamente. Do outro, um time sem esquema tático, sem vontade e sem finalizar. Sem nada.
Falando de São Paulo e Corinthians, a patética troca entre Jadson (definitivo) e Alexandre Pato (por dois anos de empréstimo) mostram como os dois clubes estão perdidos.
Jadson não fará falta alguma ao time Tricolor. E, mesmo sendo um jogador, teoricamente diferenciado, Pato também não faz falta ao Timão. Mas não é compreensível rivais se reforçarem, ainda mais por vontade própria.
No Paulista, o São Paulo faz uma campanha razoável. São quatro vitórias e três derrotas. Quando joga em casa, ganha. Quando joga fora, perde. Não encontrou adversários a altura em casa e, seja qual for o nível do rival, fora de casa simplesmente andou em campo.
O alerta para Muricy deve ser aceso, pois historicamente seus times demoram a embalar. Se o negócio começar a andar apenas em outubro, acredito que será tarde para brigar por títulos.
Já o Corinthians tem a pior campanha entre os quatro grandes. Venceu os dois primeiros jogos, perdeu os quatro seguintes e empatou o último. Para um clube da grandeza corintiana, ficar cinco jogos no Paulista sem vencer é inaceitável.
Porém, ao mesmo tempo que gritam e esperneiam dizendo que o clube está em crise, vale lembrar que a decisão do torneio será no mata-mata. A única vantagem de quem tem campanha melhor é jogar em casa, ou seja, se o Timão enfrentar o São Paulo em uma hipotética semifinal, a história recente mostra que não há dificuldades.
Se enfrentar o Palmeiras ou Santos em dois jogos, em uma provável final, também não há favoritos. Isso porque no futebol, apenas o peru morre de véspera. Quando o assunto é clássico, tudo pode acontecer. Pelo contrário, são os jogos mais suscetíveis a resultados inesperados.
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segunda-feira, 18 de março de 2013
Santos em 2013: um time de apenas 5 artilheiros
Ao fazer minha atualização semanal dos resultados dos quatro grandes de São Paulo na manhã dessa segunda-feira, me deparei com algo interessante que já havia me chamado a atenção antes: o Santos de 2013 é um time de poucos artilheiros, que dependem de cinco jogadores em específico.
Diferentemente de São Paulo, Corinthians e Palmeiras, que por coincidência ou não, disputam duas competição no momento (Paulista e Libertadores), o Santos, com menos jogos no ano, está disputando apenas o estadual e até o momento chama atenção pelo fato de poucos jogadores terem marcados pelo time da Vila.
Aliás, até fim de semana passado, quando o Santos foi a Sorocaba enfrentar o Atlético (vitória por 2x1), apenas 4 jogadores tinham tentos anotados: Neymar, André, Cícero e Miralles. Naquele domingo, Montillo fez o seu primeiro gol com a camisa alvinegra, voltando a repetir o feito no último sábado, diante do Guarani, na Vila.
No Corinthians, 14 jogadores diferentes já fizeram gols, que no total da atual temporada soma 27. No Tricolor Paulista, 13 goleadores em 35 gols feitos. E no Verdão 11 marcadores em 23 gols anotados.
Já no Santos, dos 22 tentos marcados em 12 partidas no ano, seis deles foram feitos por Neymar, cinco pelos atacantes Miralles e André, quatro por Cícero e dois por Montillo.
Assim, em termos de porcentagem, Neymar tem na sua conta 27,27% dos gols do Peixe, os dois atacantes 22,72%, Cícero 18,18% e Montillo com 9,09%, jogador que aos poucos vem encontrando seu caminho no time de Muricy Ramalho.
Considerando que lesões e suspensões são comuns no futebol, somando ainda a convocações para Seleção Brasileira e Argentina, o time do Peixe pode preocupar seus torcedores nas próxima duas rodadas, já que Neymar e Montillo estão convocados pelos seus países e serão desfalques certos nas duas próximas rodadas.
Goleadores dos 4 grandes em 2013
São Paulo: 35 gols. 22 no Paulista (11 jogos) e 13 na Libertadores (6 jogos)
8 gols: Luis Fabiano - 22,85%;
7 gols: Jadson - 20%;
5 gols: Osvaldo - 14,25%;
4 gols: Aloísio - 11,42%;
2 gols: Ganso e Rogério - 5,71% (cada);
1 gol: Tolói, Edson Silva, Rodolpho, Ademilson, Cañete e Maikon - 2,85% (cada);
1 gol contra - 2,85%.
Corinthians: 27 gols. 21 no Paulista (12 jogos) e 6 na Libertadores (4 jogos)
7 gols: Guerrero - 25,92%;
4 gols: Pato - 14,81%;
3 gols: Paulinho - 11,11%;
2 gols: Jorge Henrique e Romarinho - 7,4% (cada);
1 gol: Douglas, Felipe, Edenilson, Guilherme, Emerson, Danilo, Fabio Santos, Renato Augusto e Giovanni - 3,7% (cada).
Palmeiras: 23 gols. 21 no Paulista (12 jogos) e 2 na Libertadores (3 jogos)
4 gols: Henrique - 17,40%
3 gols: Barcos e Márcio Araújo - 13,04% (cada);
2 gols: Patrick Vieira, Luan, Vilson e Leandro - 8,70% (cada);
1 gol: Vinicius, Ayrton, Souza e Valdivia - 4,34% (cada);
1 gol conta - 4,34%
Santos: 22 gols. Todos pelo Paulista, em 12 jogos.
6 gols: Neymar - 27,27%
5 gols: Miralles e André - 22,72%
4 gols: Cícero - 18,18%
2 gols: Montillo - 9,09%
Diferentemente de São Paulo, Corinthians e Palmeiras, que por coincidência ou não, disputam duas competição no momento (Paulista e Libertadores), o Santos, com menos jogos no ano, está disputando apenas o estadual e até o momento chama atenção pelo fato de poucos jogadores terem marcados pelo time da Vila.
Aliás, até fim de semana passado, quando o Santos foi a Sorocaba enfrentar o Atlético (vitória por 2x1), apenas 4 jogadores tinham tentos anotados: Neymar, André, Cícero e Miralles. Naquele domingo, Montillo fez o seu primeiro gol com a camisa alvinegra, voltando a repetir o feito no último sábado, diante do Guarani, na Vila.
No Corinthians, 14 jogadores diferentes já fizeram gols, que no total da atual temporada soma 27. No Tricolor Paulista, 13 goleadores em 35 gols feitos. E no Verdão 11 marcadores em 23 gols anotados.
Já no Santos, dos 22 tentos marcados em 12 partidas no ano, seis deles foram feitos por Neymar, cinco pelos atacantes Miralles e André, quatro por Cícero e dois por Montillo.
Assim, em termos de porcentagem, Neymar tem na sua conta 27,27% dos gols do Peixe, os dois atacantes 22,72%, Cícero 18,18% e Montillo com 9,09%, jogador que aos poucos vem encontrando seu caminho no time de Muricy Ramalho.
Considerando que lesões e suspensões são comuns no futebol, somando ainda a convocações para Seleção Brasileira e Argentina, o time do Peixe pode preocupar seus torcedores nas próxima duas rodadas, já que Neymar e Montillo estão convocados pelos seus países e serão desfalques certos nas duas próximas rodadas.
Goleadores dos 4 grandes em 2013
São Paulo: 35 gols. 22 no Paulista (11 jogos) e 13 na Libertadores (6 jogos)
8 gols: Luis Fabiano - 22,85%;
7 gols: Jadson - 20%;
5 gols: Osvaldo - 14,25%;
4 gols: Aloísio - 11,42%;
2 gols: Ganso e Rogério - 5,71% (cada);
1 gol: Tolói, Edson Silva, Rodolpho, Ademilson, Cañete e Maikon - 2,85% (cada);
1 gol contra - 2,85%.
Corinthians: 27 gols. 21 no Paulista (12 jogos) e 6 na Libertadores (4 jogos)
7 gols: Guerrero - 25,92%;
4 gols: Pato - 14,81%;
3 gols: Paulinho - 11,11%;
2 gols: Jorge Henrique e Romarinho - 7,4% (cada);
1 gol: Douglas, Felipe, Edenilson, Guilherme, Emerson, Danilo, Fabio Santos, Renato Augusto e Giovanni - 3,7% (cada).
Palmeiras: 23 gols. 21 no Paulista (12 jogos) e 2 na Libertadores (3 jogos)
4 gols: Henrique - 17,40%
3 gols: Barcos e Márcio Araújo - 13,04% (cada);
2 gols: Patrick Vieira, Luan, Vilson e Leandro - 8,70% (cada);
1 gol: Vinicius, Ayrton, Souza e Valdivia - 4,34% (cada);
1 gol conta - 4,34%
Santos: 22 gols. Todos pelo Paulista, em 12 jogos.
6 gols: Neymar - 27,27%
5 gols: Miralles e André - 22,72%
4 gols: Cícero - 18,18%
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quinta-feira, 14 de março de 2013
Corinthians atropela o líder Tijuana em jogo muito movimentado no Pacaembu
Após sofrer com o gramado artificial e com o excesso de faltas do Tijuana na partida da última quarta-feira, no México, o Corinthians mostrou na noite de ontem que o time dos Xolos ainda tem muito o que aprender em duelos contra um adversário superior.
O Timão não teve dificuldades para bater o Tijuana por 3 a 0, tendo ainda um quarto gol mal anulado pela arbitragem no fim da partida.
De novo, a dupla Pato e Guerrero marcou em casa, abrindo a vantagem já no primeiro tempo. Na segunda etapa, Paulinho deu números finais ao jogo, marcando de forma oportunista o 3 a 0.
O Corinthians segue com o mesmo padrão de jogo que vem apresentando desde a edição de 2012 da Taça Libertadores. Um time muito compacto, que ataca com muito perigo e defende com bastante precisão.
Fora de casa não costuma perder, e dentro de casa é raro não triunfar. Ou seja, a fórmula ideal para ser campeão em um torneio decidido em fase de mata-mata.
Já o Tijuana, que tentou sair bastante para o jogo, dando algumas vezes o contra-ataque ao rival brasileiro, percebeu que quando o gramado é natural e o adversário é forte, aí o buraco é mais embaixo.
Os Xolos entraram em campo e encararam o Corinthians como um adversário possível de ser batido, tentando o toque de bola no ataque e jogando com o time adiantado. Erro crasso, de quem não sabe jogar defensivamente.
Com a vitória, o Corinthians manteve a perseguição pela primeira colocação, agora apenas dois pontos atrás do Tijuana. 9 pontos para o time mexicano e 7 para o brasileiro. Como ambos jogam fora de casa na próxima rodada, é possível que invertam as posições.
Na noite desta quinta-feira, San José e Millonarios se enfrentam em Oruro, na Bolívia. Um empate polariza a disputa do Grupo 5 entre Corinthians e Tijuana. Já uma vitória do Millonarios (algo bem provável) deixa o grupo bem embolado.
Na próxima rodada, o Tijuana pode garantir classificação, ao enfrentar o San José, na Bolívia. Já o Corinthians enfrentará o time de Bogotá na semi-altitude colombiana, onde um empate não seria mal resultado.
O Timão não teve dificuldades para bater o Tijuana por 3 a 0, tendo ainda um quarto gol mal anulado pela arbitragem no fim da partida.
De novo, a dupla Pato e Guerrero marcou em casa, abrindo a vantagem já no primeiro tempo. Na segunda etapa, Paulinho deu números finais ao jogo, marcando de forma oportunista o 3 a 0.
O Corinthians segue com o mesmo padrão de jogo que vem apresentando desde a edição de 2012 da Taça Libertadores. Um time muito compacto, que ataca com muito perigo e defende com bastante precisão.
Fora de casa não costuma perder, e dentro de casa é raro não triunfar. Ou seja, a fórmula ideal para ser campeão em um torneio decidido em fase de mata-mata.
Já o Tijuana, que tentou sair bastante para o jogo, dando algumas vezes o contra-ataque ao rival brasileiro, percebeu que quando o gramado é natural e o adversário é forte, aí o buraco é mais embaixo.
Os Xolos entraram em campo e encararam o Corinthians como um adversário possível de ser batido, tentando o toque de bola no ataque e jogando com o time adiantado. Erro crasso, de quem não sabe jogar defensivamente.
Com a vitória, o Corinthians manteve a perseguição pela primeira colocação, agora apenas dois pontos atrás do Tijuana. 9 pontos para o time mexicano e 7 para o brasileiro. Como ambos jogam fora de casa na próxima rodada, é possível que invertam as posições.
Na noite desta quinta-feira, San José e Millonarios se enfrentam em Oruro, na Bolívia. Um empate polariza a disputa do Grupo 5 entre Corinthians e Tijuana. Já uma vitória do Millonarios (algo bem provável) deixa o grupo bem embolado.
Na próxima rodada, o Tijuana pode garantir classificação, ao enfrentar o San José, na Bolívia. Já o Corinthians enfrentará o time de Bogotá na semi-altitude colombiana, onde um empate não seria mal resultado.
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quinta-feira, 7 de março de 2013
Em campo, Palmeiras e Corinthians são derrotados. Fora dos gramados, muita polêmica nessa quinta-feira
Na noite desta quarta-feira, Palmeiras e Corinthians entraram em campo pela 3ª rodada da fase de grupos da Taça Libertadores 2013. Ambos foram derrotados, jogando fora de casa, contra equipes tecnicamente inferiores.
SEP - DENTRO DO GRAMADO
O Verdão abriu a noite das equipes brasileiras, enfrentando o Tigre em Victória, na Argentina. Apesar de não ter um time forte no papel, o Palmeiras tecnicamente era muito superior ao adversário.
Porém, o que ficou muito nítido em todos os 90 minutos de jogo, é que a equipe de Gilson Kleina foi para o duelo atrás do empate. Sim, jogou para empatar. Isso foi muito claro.
Nos momentos que era para crescer na partida, o Verdão se retraia. O torcedor palmeirense se acostumou com o Alviverde dos anos 1990, que era implacável. O time dos últimos 10 anos se resume a isso, falta de coragem para vencer.
O preço a pagar saiu mais caro do que se imaginava. Faltando poucos minutos para o término do jogo, o recém contratado Kléber tentou o impensável. Saiu na cara do gol, driblou o zagueiro e, ao invés de chutar, tentou riscar de novo o mesmo marcador.
Aos 49 minutos da etapa final, não mais nem menos, o Tigre fez o gol da vitória. Derrota que não estava nos planos de ninguém, nem do próprio time da casa.
SEP - FORA DE CAMPO
Fora dos gramados, a torcida do Palmeiras agiu como é de seu costume. Foi ao aeroporto de Buenos Aires, o Aeroparque, para agredir os jogadores. Na verdade, o foco era um: Valdivia.
Como num ato de mágica, o chileno desapareceu, fugindo para banheiro. Sobrou para Fernando Prass, com um corte na cabeça, e para Henrique e Bruno, que tentaram dialogar com os marginais.
No fim das contas, o episódio em nada ajuda o Palmeiras, que tem vida difícil na competição, e que no próximo domingo enfrenta o São Paulo, no Morumbi, pelo Paulista.
SCCP - DENTRO DE CAMPO
O Corinthians descobriu que não é só a altitude que preocupa os brasileiros em partidas pela America do Sul a fora. No México, mais precisamente em Tijuana, divisa com os EUA, o fator que se sobressai é o gramado artificial.
Apesar de uma equipe bem montada, que ataca bem e defende melhor ainda, o Tijuana tem como principal aliado o gramado, pouco visto em estádios brasileiros.
Assim, neste contexto, caiu a invencibilidade de 16 jogos do time de Tite na Taça. 14 jogos em 2012 e 2 jogos em 2013. A vitória dos donos da casa, que agora somam 3 vitórias em 3 jogos, saiu em um lance irregular. Bola parada, jogador A a frente do jogador B, fato ignorado pela arbitragem.
Não existe derrota boa, mas acredito que este peso da invencibilidade poderia atrapalhar daqui pra frente, ou seja, o Timão jogará os próximos jogos sem se preocupar com recordes pouco importantes.
SCCP - FORA DE CAMPO
A Conmebol, entidade máxima do futebol sul-americano, julgou o Corinthians em relação a morte do jovem boliviano Kevin Espada. E, como se noticiava, a pena foi diminuída.
Agora, o Timão apenas não poderá ter torcida nos jogos fora de casa (por 18 meses) e terá que pagar 200 mil dólares de multa.
Um preço muito barato perto de uma vida. O Corinthians não tinha culpa da atitude do seu torcedor, isso é um fato. Mas uma punição era necessária nesse momento. Doesse quem tivesse que doer.
Assim, a Confederação Sul Americana volta a ser o que era antes. Uma entidade varzeana, sem muitos princípios e organização. Continuarão morrendo torcedores, brigas também ocorrerão, e a segurança nos estádios será um problema eterno.
SEP - DENTRO DO GRAMADO
O Verdão abriu a noite das equipes brasileiras, enfrentando o Tigre em Victória, na Argentina. Apesar de não ter um time forte no papel, o Palmeiras tecnicamente era muito superior ao adversário.
Porém, o que ficou muito nítido em todos os 90 minutos de jogo, é que a equipe de Gilson Kleina foi para o duelo atrás do empate. Sim, jogou para empatar. Isso foi muito claro.
Nos momentos que era para crescer na partida, o Verdão se retraia. O torcedor palmeirense se acostumou com o Alviverde dos anos 1990, que era implacável. O time dos últimos 10 anos se resume a isso, falta de coragem para vencer.
O preço a pagar saiu mais caro do que se imaginava. Faltando poucos minutos para o término do jogo, o recém contratado Kléber tentou o impensável. Saiu na cara do gol, driblou o zagueiro e, ao invés de chutar, tentou riscar de novo o mesmo marcador.
Aos 49 minutos da etapa final, não mais nem menos, o Tigre fez o gol da vitória. Derrota que não estava nos planos de ninguém, nem do próprio time da casa.
SEP - FORA DE CAMPO
Fora dos gramados, a torcida do Palmeiras agiu como é de seu costume. Foi ao aeroporto de Buenos Aires, o Aeroparque, para agredir os jogadores. Na verdade, o foco era um: Valdivia.
Como num ato de mágica, o chileno desapareceu, fugindo para banheiro. Sobrou para Fernando Prass, com um corte na cabeça, e para Henrique e Bruno, que tentaram dialogar com os marginais.
No fim das contas, o episódio em nada ajuda o Palmeiras, que tem vida difícil na competição, e que no próximo domingo enfrenta o São Paulo, no Morumbi, pelo Paulista.
SCCP - DENTRO DE CAMPO
O Corinthians descobriu que não é só a altitude que preocupa os brasileiros em partidas pela America do Sul a fora. No México, mais precisamente em Tijuana, divisa com os EUA, o fator que se sobressai é o gramado artificial.
Apesar de uma equipe bem montada, que ataca bem e defende melhor ainda, o Tijuana tem como principal aliado o gramado, pouco visto em estádios brasileiros.
Assim, neste contexto, caiu a invencibilidade de 16 jogos do time de Tite na Taça. 14 jogos em 2012 e 2 jogos em 2013. A vitória dos donos da casa, que agora somam 3 vitórias em 3 jogos, saiu em um lance irregular. Bola parada, jogador A a frente do jogador B, fato ignorado pela arbitragem.
Não existe derrota boa, mas acredito que este peso da invencibilidade poderia atrapalhar daqui pra frente, ou seja, o Timão jogará os próximos jogos sem se preocupar com recordes pouco importantes.
SCCP - FORA DE CAMPO
A Conmebol, entidade máxima do futebol sul-americano, julgou o Corinthians em relação a morte do jovem boliviano Kevin Espada. E, como se noticiava, a pena foi diminuída.
Agora, o Timão apenas não poderá ter torcida nos jogos fora de casa (por 18 meses) e terá que pagar 200 mil dólares de multa.
Um preço muito barato perto de uma vida. O Corinthians não tinha culpa da atitude do seu torcedor, isso é um fato. Mas uma punição era necessária nesse momento. Doesse quem tivesse que doer.
Assim, a Confederação Sul Americana volta a ser o que era antes. Uma entidade varzeana, sem muitos princípios e organização. Continuarão morrendo torcedores, brigas também ocorrerão, e a segurança nos estádios será um problema eterno.
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Conmebol pune Corinthians após assassinato de torcedor boliviano
O que pouca gente imaginava aconteceu na noite desta quinta-feira. Em nota emitida pela Confederação Sul Americana de Futebol (CONMEBOL), ficou decidido que, até que julguem as causas da morte do jovem torcedor Kevin, do San José, o Corinthians não poderá ter torcida em seus jogos no Pacaembu, em partidas da Libertadores 2013. Assim, em teoria, até o fim da competição terá que jogar com os portões fechados.
Além disso, estipulou-se que, quando o Alvinegro for visitante, seus aficionados não terão direito a carga de ingressos, ficando proibida a venda de ingressos para torcedores corintianos. A decisão, considerada cautelar (medida tomada em caso de urgência), é válida para um prazo de 60 dias ou até o julgamento.
Conhecida internacionalmente por não tomar nenhuma atitude perante torcidas que cometam infrações nos estádios, pela primeira vez a entidade continental se posicionou desde a criação do tribunal de julgamento, no fim de 2012/início de 2013. E, diga-se de passagem, muito rapidamente.
O Corinthians muito provavelmente servirá de exemplo para as outras torcidas (ou simplesmente torcedores, individualmente falando) que atuam dessa forma. Com a decisão, espera-se que não ocorra mais violência nos estádios de futebol, algo pouco provável, mas creio que seja um primeiro passo.
Acredito que o Corinthians, como clube de futebol, não tenha sido o maior prejudicado da história. Obviamente o maior prejudicado de todos foi o jovem que perdeu a sua vida, graças a um tiro de sinalizador marítimo, que atingiu sua face.
A frente da entidade Sport Club Corinthians Paulista, que deixará de ganhar muito dinheiro em renda (estipulam algo em torno de 15 milhões de reais), o grande prejudicado do ponto de vista futebolístico será o torcedor.
Mas, os torcedores que se sentem prejudicados não deveriam, na minha opinião, culpar a entidade Conmebol pela penalidade (até certo ponto não tão pesada, poderia até ser pior). Mas sim o torcedor que soltou o sinalizador (bengala, em espanhol) e todos aqueles que estavam em volta e o acobertaram, ao invés de entregá-lo para a polícia.
Confira a nota emitida pela entidade máxima do futebol sul-americano:
1 - Baseandose en el informe del árbitro, donde consta que:
En los primeros minutos de iniciado el juego, desde donde estaba ubicada la parcialidad visitante (Corinthians) fue lanzada una bengala, la misma que impactó en un menor de edad (14 años) del club (San José), el cual falleció producto de ese impacto.
2-Por ello, la Conmebol decidió adoptar dos medidas de forma cautelar (hasta que se tome una decisión final sobre el caso, y por un plazo máximo de 60 días):
A. Que todos los partidos de Corinthians como local en la Copa Bridgestone Libertadores 2013 sean a puertas cerradas.
B. Los clubes que enfrenten a Corinthians en el torneo tiene prohibido vencer o ceder entradas a favor de Corinthians o a sus seguidores.
Além disso, estipulou-se que, quando o Alvinegro for visitante, seus aficionados não terão direito a carga de ingressos, ficando proibida a venda de ingressos para torcedores corintianos. A decisão, considerada cautelar (medida tomada em caso de urgência), é válida para um prazo de 60 dias ou até o julgamento.
Conhecida internacionalmente por não tomar nenhuma atitude perante torcidas que cometam infrações nos estádios, pela primeira vez a entidade continental se posicionou desde a criação do tribunal de julgamento, no fim de 2012/início de 2013. E, diga-se de passagem, muito rapidamente.
O Corinthians muito provavelmente servirá de exemplo para as outras torcidas (ou simplesmente torcedores, individualmente falando) que atuam dessa forma. Com a decisão, espera-se que não ocorra mais violência nos estádios de futebol, algo pouco provável, mas creio que seja um primeiro passo.
Acredito que o Corinthians, como clube de futebol, não tenha sido o maior prejudicado da história. Obviamente o maior prejudicado de todos foi o jovem que perdeu a sua vida, graças a um tiro de sinalizador marítimo, que atingiu sua face.
A frente da entidade Sport Club Corinthians Paulista, que deixará de ganhar muito dinheiro em renda (estipulam algo em torno de 15 milhões de reais), o grande prejudicado do ponto de vista futebolístico será o torcedor.
Mas, os torcedores que se sentem prejudicados não deveriam, na minha opinião, culpar a entidade Conmebol pela penalidade (até certo ponto não tão pesada, poderia até ser pior). Mas sim o torcedor que soltou o sinalizador (bengala, em espanhol) e todos aqueles que estavam em volta e o acobertaram, ao invés de entregá-lo para a polícia.
Confira a nota emitida pela entidade máxima do futebol sul-americano:
1 - Baseandose en el informe del árbitro, donde consta que:
En los primeros minutos de iniciado el juego, desde donde estaba ubicada la parcialidad visitante (Corinthians) fue lanzada una bengala, la misma que impactó en un menor de edad (14 años) del club (San José), el cual falleció producto de ese impacto.
2-Por ello, la Conmebol decidió adoptar dos medidas de forma cautelar (hasta que se tome una decisión final sobre el caso, y por un plazo máximo de 60 días):
A. Que todos los partidos de Corinthians como local en la Copa Bridgestone Libertadores 2013 sean a puertas cerradas.
B. Los clubes que enfrenten a Corinthians en el torneo tiene prohibido vencer o ceder entradas a favor de Corinthians o a sus seguidores.
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Corinthians empata na altitude, porém o resultado é o menos importante
O Corinthians empatou em 1 a 1 em partida válida pela primeira rodada da fase de grupos da Taça Libertadores, na noite desta quarta-feira, em Oruro, na Bolívia.
O resultado não condiz com o que foi o jogo. O Timão abriu o placar logo no início com Guerrero, teve diversas chances de aumentar o marcador, porém não foi competente.
Na segunda etapa, os bolivianos empataram da mesma forma que o clube paulista. Cruzamento na área e atacante live para marcar.
Entretanto, o que marcou a partida não foi o fato do campeão estrear na competição, em busca do bicampeonato, mas sim um fato isolado ocorrido ainda no primeiro tempo.
Ao comemorar o gol do time brasileiro, um torcedor que até momento não foi identificado, acendeu um sinalizador (marítimo) na direção da torcida adversária.
Esse torcedor, supõe-se que brasileiro, teve uma atitude típica de torcedores organizados em dias de clássico, quando rivais se enfrentam nas ruas, antes ou após as partidas.
Só que para infelicidade geral, o sinalizador acertou em cheio um torcedor do San José, no olho, levando o jovem de 14 anos a falecer ainda a caminho do hospital. O nome do jovem é Kevin Douglas Beltrán Espada, fanático torcedor do time local.
Durante o jogo, com a notícia da morte, os torcedores protestaram com vaias, xingamentos e até objetos lançados contra os reservas do Corinthians.
Doze torcedores corintianos estão detidos. Entre eles, creio que 6 ou 8 (não lembro o número certo) tiveram vestígios de fogos de artifícios encontrados no corpo, o que pode incriminá-los. Porém, todos os 12 negam que tenham participado do "atentado". O que me leva a pergunta: algum deles ia falar "Sim, fui eu, me prendam"?
Após o jogo o técnico do Corinthians, Tite, e o diretor Edu (ex-jogador), deram declarações, chorando e tentando se colocar no lugar da família da vítima. Tite chegou a dizer que trocaria a vida do jovem morto pelo título mundial de 2012. Nada que vá mudar o fato ocorrido.
O que conclui-se é, que a violência no futebol parece não ter limite. E que é preciso um choque de realidade para que os vândalos parem de agir como agem. Que seja exclusão do time ou de todos os times do país.
Se o Corinthians será punido de alguma forma? Acredito que é muito difícil. No máximo farão o time paulista pagar uma multa e olhe lá.
O que seria justo? Acredito que algo entre jogos com portões fechados (pesaria, e muito no bolso da diretoria), perda de pontos (3, 6, 9, sei lá) ou até exclusão do time, pagando pela atitude de um de seus "torcedores".
Enquanto isso, ficamos a espera do próximo caso de morte, seja no Brasil ou no exterior. Porque do jeito que as coisas andam, nada vai melhorar e as medidas serão sempre as mesmas, deixando impunes os responsáveis.
O resultado não condiz com o que foi o jogo. O Timão abriu o placar logo no início com Guerrero, teve diversas chances de aumentar o marcador, porém não foi competente.
Na segunda etapa, os bolivianos empataram da mesma forma que o clube paulista. Cruzamento na área e atacante live para marcar.
Entretanto, o que marcou a partida não foi o fato do campeão estrear na competição, em busca do bicampeonato, mas sim um fato isolado ocorrido ainda no primeiro tempo.
Ao comemorar o gol do time brasileiro, um torcedor que até momento não foi identificado, acendeu um sinalizador (marítimo) na direção da torcida adversária.
Esse torcedor, supõe-se que brasileiro, teve uma atitude típica de torcedores organizados em dias de clássico, quando rivais se enfrentam nas ruas, antes ou após as partidas.
Só que para infelicidade geral, o sinalizador acertou em cheio um torcedor do San José, no olho, levando o jovem de 14 anos a falecer ainda a caminho do hospital. O nome do jovem é Kevin Douglas Beltrán Espada, fanático torcedor do time local.
Durante o jogo, com a notícia da morte, os torcedores protestaram com vaias, xingamentos e até objetos lançados contra os reservas do Corinthians.
Doze torcedores corintianos estão detidos. Entre eles, creio que 6 ou 8 (não lembro o número certo) tiveram vestígios de fogos de artifícios encontrados no corpo, o que pode incriminá-los. Porém, todos os 12 negam que tenham participado do "atentado". O que me leva a pergunta: algum deles ia falar "Sim, fui eu, me prendam"?
Após o jogo o técnico do Corinthians, Tite, e o diretor Edu (ex-jogador), deram declarações, chorando e tentando se colocar no lugar da família da vítima. Tite chegou a dizer que trocaria a vida do jovem morto pelo título mundial de 2012. Nada que vá mudar o fato ocorrido.
O que conclui-se é, que a violência no futebol parece não ter limite. E que é preciso um choque de realidade para que os vândalos parem de agir como agem. Que seja exclusão do time ou de todos os times do país.
Se o Corinthians será punido de alguma forma? Acredito que é muito difícil. No máximo farão o time paulista pagar uma multa e olhe lá.
O que seria justo? Acredito que algo entre jogos com portões fechados (pesaria, e muito no bolso da diretoria), perda de pontos (3, 6, 9, sei lá) ou até exclusão do time, pagando pela atitude de um de seus "torcedores".
Enquanto isso, ficamos a espera do próximo caso de morte, seja no Brasil ou no exterior. Porque do jeito que as coisas andam, nada vai melhorar e as medidas serão sempre as mesmas, deixando impunes os responsáveis.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Palmeiras vence em sua estreia na Libertadores 2013
O Palmeiras venceu na noite desta quinta-feira (14.2) o Sporting Cristal, do Peru, pelo placar de 2 a 1, em partida válida pelo grupo 2 da Taça Libertadores.
Cerca de 17 mil torcedores (pagantes) foram ao Pacaembu presenciar a estreia oficial da equipe de Gilson Kleina na competição Sul Americana.
O resultado apesar de positivo para o time da Pompéia, não foi conquistado facilmente. Até os últimos minutos de jogo o Sporting Cristal pressionou atrás do empate, e por pouco não conseguiu.
O JOGO
O primeiro tempo foi equilibrado, porém com um pequeno domínio da equipe local, que apoiada pela sua torcida buscou mais o jogo.
O resultado dessa maior busca pelo gol veio aos 39 minutos do primeiro tempo. Em cobrança de escanteio, Wesley cruzou na medida para o zagueiro artilheiro Henrique abrir o marcador e se isolar na artilharia da equipe com 4 gols em 2013.
Aliviado pela abertura do placar, o que se imaginou é que no segundo tempo o Palmeiras mataria o jogo com facilidade. Mas, logo aos 6 minutos, Marcelo Oliveira (recém contratado) cometeu penalidade indiscutível em Lobatón. O próprio jogador cobrou com categoria e empatou o marcador.
Nos minutos seguintes, o que se viu no Pacaembu foi o Palmeiras mostrar um certo desespero para chegar à meta adversária, enquanto o Sporting Cristal tentou explorar alguns contra ataques baseados em erros do time brasileiro.
E foi na base da vontade que o Palmeiras conseguiu desempatar o marcador. Na metade da etapa, Marcelo Oliveira fez boa jogada pela esquerda, cruzou para área e Caio fez o pivô para Patrick Vieira fazer o segundo do Verdão.
Alegria para a torcida, que no restante do jogo viu apenas o Sporting Cristal buscar o ataque, enquanto seu time administrou o resultado. Nos minutos finais, Fernando Prass com a ponta dos dedos salvou o Palmeiras, impedindo o gol de empate do fraco adversário.
Cerca de 17 mil torcedores (pagantes) foram ao Pacaembu presenciar a estreia oficial da equipe de Gilson Kleina na competição Sul Americana.
O resultado apesar de positivo para o time da Pompéia, não foi conquistado facilmente. Até os últimos minutos de jogo o Sporting Cristal pressionou atrás do empate, e por pouco não conseguiu.
O JOGO
O primeiro tempo foi equilibrado, porém com um pequeno domínio da equipe local, que apoiada pela sua torcida buscou mais o jogo.
O resultado dessa maior busca pelo gol veio aos 39 minutos do primeiro tempo. Em cobrança de escanteio, Wesley cruzou na medida para o zagueiro artilheiro Henrique abrir o marcador e se isolar na artilharia da equipe com 4 gols em 2013.
Aliviado pela abertura do placar, o que se imaginou é que no segundo tempo o Palmeiras mataria o jogo com facilidade. Mas, logo aos 6 minutos, Marcelo Oliveira (recém contratado) cometeu penalidade indiscutível em Lobatón. O próprio jogador cobrou com categoria e empatou o marcador.
Nos minutos seguintes, o que se viu no Pacaembu foi o Palmeiras mostrar um certo desespero para chegar à meta adversária, enquanto o Sporting Cristal tentou explorar alguns contra ataques baseados em erros do time brasileiro.
E foi na base da vontade que o Palmeiras conseguiu desempatar o marcador. Na metade da etapa, Marcelo Oliveira fez boa jogada pela esquerda, cruzou para área e Caio fez o pivô para Patrick Vieira fazer o segundo do Verdão.
Alegria para a torcida, que no restante do jogo viu apenas o Sporting Cristal buscar o ataque, enquanto seu time administrou o resultado. Nos minutos finais, Fernando Prass com a ponta dos dedos salvou o Palmeiras, impedindo o gol de empate do fraco adversário.
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
A estreia do São Paulo na fase de grupos da Libertadores
O São Paulo estreou na fase de grupos da Libertadores, contra o Atlético-MG, em Belo Horizonte, nesta quarta-feira de cinzas (13.2), com derrota por 2 a 1, em um bom jogo de futebol válido pelo Grupo 3.
Mesmo com o resultado negativo, o time deixou uma impressão de que talvez seja possível chegar longe na competição. Mas, para que isso ocorra, é preciso que o treinador Ney Franco acerte o time logo, principalmente o setor defensivo.
Na Pré-Libertadores, o time do Morumbi passou de fase após conseguir o placar agregado de 8 a 4, sobre o fraco Bolívar, da Bolívia. Fazer 8 gols em 2 jogos contra o time de La Paz é algo comum, o grande problema é levar 4.
Os erros que a equipe mostrou (principalmente defensivos) na altitude voltaram a se repetir no jogo do Estádio Independência. A defesa tem momentos ótimos, com belos desarmes de jogadores como Lúcio e Denílson, que por muitas vezes ganharam as disputas contra os adversários do clube mineiro.
Entretanto, assim como ocorreu na altitude boliviana, em situações específicas os jogadores tricolores resolvem simplesmente assistir seus adversários jogarem. Ronaldinho que o diga. O camisa 10 foi o maior responsável pela vitória atleticana com duas assistências.
O futebol muitas vezes é ingrato. Para o São Paulo, como qualquer time, sofrer 1 a 0 em 15 minutos de jogo não é algo anormal. Porém, a verdade é que a equipe começou o jogo com atitude. Tocando bem a bola no campo de ataque, sem medo de jogar.
No momento em que Ronaldinho Gaúcho aparece livre na área tricolor, toca para a área e Lúcio, por uma infelicidade, faz o gol contra, tudo que o técnico havia programado cai por terra.
Daí em diante, o que se viu foram 30 minutos em que o Galo quase ampliou e o São Paulo parou na criatividade de jogadores como Douglas e Paulo Miranda, ou seja, nula.
No segundo tempo foi preciso Paulo Miranda receber o cartão amarelo para que Ney Franco o tirasse do time. Algo muito típico do treinador, que já chegou a substituir desta forma em outras oportunidades, inclusive ainda no primeiro tempo.
Quando Aloísio foi chamado pelo técnico, era óbvio que essa seria a substituição. Na sequência foi a vez de Jadson dar lugar a Ganso. Outra substituição necessária (também óbvia), já que o Camisa 10 só joga contra equipes sem expressão, e ontem não foi diferente.
Se o São Paulo era superior em campo na segunda etapa, outro vacilo da defesa foi um balde de água fria nos tricolores. Ronaldinho passou facilmente por Ganso (não sabe marcar) e Welington, que reverenciou o adversário, e Réver subiu só para fazer 2 a 0. O zagueiro Rhodolfo, como de costume, não saiu do lugar.
Algo que me leva a outra conclusão importante. Assim como Douglas não pode ser titular, Rhodolfo também não merece seguir no time titular, tendo em vista que Rafael Tolói é um ótimo jogador. Pode errar por ser (muito) jovem, mas consegue aprender com os erros.
O São Paulo diminuiu o placar com o Aloísio, após ótimo passe de Luis Fabiano. Aos 47 minutos, Ganso teve a chance de empatar e garantir sua vaga no time (a opinião pública seria ainda maior para isso ocorrer) porém a bola foi milimetricamente para fora.
Alguns pitacos:
*Paulo Miranda como lateral defensivo é uma boa. Porém, se ele tiver que subir ao ataque, é a mesma coisa que ter um jogador a menos atacando. Não sabe fazer isso, muito menos aprenderá.
*No início do ano eu tinha a certeza de que Rhodolfo seria o zagueiro sacado pelo Ney Franco. Confesso que até agora estou espantado em ver Tolói na reserva.
*Douglas é um lateral mediano. Colocar ele no ataque, achando que ele irá substituir Lucas a altura, é uma loucura. Cañete ou Aloísio improvisados no setor são melhores opções. Até Ganso jogando nesse local, mesmo que (muito) fora de posição, é melhor que o camisa 23, que não produz nada.
*Welington fez uma volta impressionante em 2012. Depois de Lucas era o mais essencial no time. Mas até o momento é a grande decepção da temporada. Esperava (ainda espero) mais entrega dele. Ontem ele deveria ser a sombra do gaúcho.
*Gostaria muito de ver o ataque com Luis Fabiano, Osvaldo e Aloísio, e Ganso armando as jogadas. Seria um rolo compressor, mas para isso a zaga precisa se arrumar.
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Números dos paulistas em 2012
Após um período de 16 anos, os quatro grandes clubes do Estado de S. Paulo terminaram a temporada dando alegria para suas quatro torcidas . Em 1998 havia sido a última vez que o fato ocorreu, quando o Santos venceu a Copa Conmebol (atual Sul-Americana), o São Paulo levou o Paulista, o Corinthians foi campeão Brasileiro e o Palmeiras da Copa do Brasil e da Copa Mercosul (versão reduzida da Sul-Americana).
Em 2012, os feitos dos clubes paulistas foram ainda maiores de que em 16 anos atrás. O Santos levou para casa o Paulista e a Recopa, o São Paulo foi campeão da Sul-Americana, o Palmeiras da Copa do Brasil e o Corinthians da Copa Libertadores e do Mundial de Clubes.
Assim como em 1998, apenas um título de grande expressão no país não foi conquistado. Enquanto em 98 a Copa Libertadores era vencida pelo Vasco da Gama, em 2012 o Brasileirão também foi para o Rio de Janeiro, com o título do Fluminense.
De ponto negativo (e consideravelmente muito negativo), o torcedor do futebol paulista viu pela 2x o Palmeiras ser rebaixado para a Série B do Brasileiro, algo nunca acontecido antes por um clube grande do estado. O que havia ocorrido em 2002, em um campeonato de apenas um turno, foi repetido pelo time da Pompéia, só que em dois turnos.
Confira abaixo os principais números de 2012 dos quatro grandes do Estado:
Gols feitos no ano:
1)São Paulo: 144 gols em 78 jogos. Média de 1,84 gol por partida.
2)Santos: 132 gols em 74 jogos. Média de 1,78 gol por partida.
3)Palmeiras: 109 gols em 73 jogos. Média de 1,49 gol por partida.
4)Corinthians: 106 gols em 74 jogos. Média de 1,43 gol por partida.
Artilheiros no ano:
Santos - Neymar (42 gols), Alan Kardec (13 gols) e Ganso (8 gols)
São Paulo - Luis Fabiano (32 gols), William José e Lucas (15 gols) e Osvaldo (11 gols)
Palmeiras - Barcos (29 gols), Marcos Assunção (10 gols) e Maikon Leite (9 gols)
Corinthians - Paulinho (13 gols), Emerson (11 gols) e Danilo (10 gols)
Vitórias no ano:
1)São Paulo: 45 vitórias em 78 jogos. Média de 0,57 vitória por partida.
2)Corinthians: 39 vitórias em 74 jogos. Média de 0,52 vitória por partida.
3)Santos: 32 vitórias em 74 jogos. Média de 0,43 vitória por partida.
4)Palmeiras: 30 vitórias em 73 jogos: Média de 0,41 vitória por partida.
Empates no ano:
1)Corinthians: 22 empates em 74 jogos. Média de 0,29 empate por partida.
2)Santos: 21 empates em 74 jogos. Média de 0,28 empate por partida.
3)São Paulo: 16 empates em 78 jogos. Média de 0,20 empate por partida.
4)Palmeiras: 15 empates em 73 jogos. Média de 0,20 empate por partida.
Derrotas no ano:
1)Corinthians: 13 derrotas em 74 jogos. Média de 0,17 derrota por partida.
2)São Paulo: 17 derrotas em 78 jogos. Média de 0,21 derrota por partida.
3)Santos: 19 derrotas em 74 jogos. Média de 0,25 derrota por partida.
4)Palmeiras: 28 derrotas em 73 jogos. Média de 0,38 derrota por partida.
Aproveitamento como mandante:
1)São Paulo: 81,66%
2)Santos: 71,92%
3)Corinthians: 71,17%
4)Palmeiras: 54,62%
Público total em 2012:
1)São Paulo: 936.341 pagantes. Média de 23.408 (40 partidas)
2)Corinthians: 897.951 pagantes. Média de 24.268 (37 partidas)
3)Palmeiras: 444.986 pagantes. Média de 12.360 (36 partidas)
4)Santos: 426.043 pagantes. Média de 11.211 (38 partidas)
Em 2012, os feitos dos clubes paulistas foram ainda maiores de que em 16 anos atrás. O Santos levou para casa o Paulista e a Recopa, o São Paulo foi campeão da Sul-Americana, o Palmeiras da Copa do Brasil e o Corinthians da Copa Libertadores e do Mundial de Clubes.
Assim como em 1998, apenas um título de grande expressão no país não foi conquistado. Enquanto em 98 a Copa Libertadores era vencida pelo Vasco da Gama, em 2012 o Brasileirão também foi para o Rio de Janeiro, com o título do Fluminense.
De ponto negativo (e consideravelmente muito negativo), o torcedor do futebol paulista viu pela 2x o Palmeiras ser rebaixado para a Série B do Brasileiro, algo nunca acontecido antes por um clube grande do estado. O que havia ocorrido em 2002, em um campeonato de apenas um turno, foi repetido pelo time da Pompéia, só que em dois turnos.
Confira abaixo os principais números de 2012 dos quatro grandes do Estado:
Gols feitos no ano:
1)São Paulo: 144 gols em 78 jogos. Média de 1,84 gol por partida.
2)Santos: 132 gols em 74 jogos. Média de 1,78 gol por partida.
3)Palmeiras: 109 gols em 73 jogos. Média de 1,49 gol por partida.
4)Corinthians: 106 gols em 74 jogos. Média de 1,43 gol por partida.
Artilheiros no ano:
Santos - Neymar (42 gols), Alan Kardec (13 gols) e Ganso (8 gols)
São Paulo - Luis Fabiano (32 gols), William José e Lucas (15 gols) e Osvaldo (11 gols)
Palmeiras - Barcos (29 gols), Marcos Assunção (10 gols) e Maikon Leite (9 gols)
Corinthians - Paulinho (13 gols), Emerson (11 gols) e Danilo (10 gols)
Vitórias no ano:
1)São Paulo: 45 vitórias em 78 jogos. Média de 0,57 vitória por partida.
2)Corinthians: 39 vitórias em 74 jogos. Média de 0,52 vitória por partida.
3)Santos: 32 vitórias em 74 jogos. Média de 0,43 vitória por partida.
4)Palmeiras: 30 vitórias em 73 jogos: Média de 0,41 vitória por partida.
Empates no ano:
1)Corinthians: 22 empates em 74 jogos. Média de 0,29 empate por partida.
2)Santos: 21 empates em 74 jogos. Média de 0,28 empate por partida.
3)São Paulo: 16 empates em 78 jogos. Média de 0,20 empate por partida.
4)Palmeiras: 15 empates em 73 jogos. Média de 0,20 empate por partida.
Derrotas no ano:
1)Corinthians: 13 derrotas em 74 jogos. Média de 0,17 derrota por partida.
2)São Paulo: 17 derrotas em 78 jogos. Média de 0,21 derrota por partida.
3)Santos: 19 derrotas em 74 jogos. Média de 0,25 derrota por partida.
4)Palmeiras: 28 derrotas em 73 jogos. Média de 0,38 derrota por partida.
Aproveitamento como mandante:
1)São Paulo: 81,66%
2)Santos: 71,92%
3)Corinthians: 71,17%
4)Palmeiras: 54,62%
Público total em 2012:
1)São Paulo: 936.341 pagantes. Média de 23.408 (40 partidas)
2)Corinthians: 897.951 pagantes. Média de 24.268 (37 partidas)
3)Palmeiras: 444.986 pagantes. Média de 12.360 (36 partidas)
4)Santos: 426.043 pagantes. Média de 11.211 (38 partidas)
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
O filme que se repete
Mais um torcedor organizado entrou para a grande lista de mortos envolvidos em brigas nos estádios brasileiros.
Antes da última partida do Tricolor Paulista no Brasileirão, diante do Goiás, no dia 7 de Dezembro, na qual o clube se sagraria hexacampeão nacional, um torcedor de uma facção são-paulina foi vítima de um ato covarde.
Porém, se engana quem pensar que tal ato foi cometido por um torcedor rival. Pelo contrário, um policial (que deveria cuidar da segurança dos cidadãoes) acertou uma coronhada na nuca do torcedor e, por azar do destino, acabou dando um tiro acidentalmente no rapaz.
Nesta quinta-feira o são-paulino faleceu no Distrito Federal, segundo um médico do hospital, o que causou a morte foi a coronhada e não o disparo, que teria atingido de raspão o torcedor.
Fato é que não foi nem a primeira, e nem a última vez que um policial atua desta forma. Quem sabe esse caso não seja exemplo para o futuro. Acho difícil.
Boa parte dos torcedores uniformizados vão aos estádios com o intuito de se confrontarem, no entanto, nada justifica o fim de uma vida. Para piorar, um golpe dado pelas costas, quando o rapaz já havia se rendido.
Abaixo uma reportagem da Rede Record de televisão. No vídeo, o momento que o policial acerta o torcedor e reparem, o mesmo que deu o golpe, acusa o golpe dado.
Antes da última partida do Tricolor Paulista no Brasileirão, diante do Goiás, no dia 7 de Dezembro, na qual o clube se sagraria hexacampeão nacional, um torcedor de uma facção são-paulina foi vítima de um ato covarde.
Porém, se engana quem pensar que tal ato foi cometido por um torcedor rival. Pelo contrário, um policial (que deveria cuidar da segurança dos cidadãoes) acertou uma coronhada na nuca do torcedor e, por azar do destino, acabou dando um tiro acidentalmente no rapaz.
Nesta quinta-feira o são-paulino faleceu no Distrito Federal, segundo um médico do hospital, o que causou a morte foi a coronhada e não o disparo, que teria atingido de raspão o torcedor.
Fato é que não foi nem a primeira, e nem a última vez que um policial atua desta forma. Quem sabe esse caso não seja exemplo para o futuro. Acho difícil.
Boa parte dos torcedores uniformizados vão aos estádios com o intuito de se confrontarem, no entanto, nada justifica o fim de uma vida. Para piorar, um golpe dado pelas costas, quando o rapaz já havia se rendido.
Abaixo uma reportagem da Rede Record de televisão. No vídeo, o momento que o policial acerta o torcedor e reparem, o mesmo que deu o golpe, acusa o golpe dado.
domingo, 12 de outubro de 2008
Mudança no G4 e na zona do perigo

Começo este post destacando o melhor jogo do complemento da 29ª rodada e apontando o time que acredito, sinceramente, ter o melhor futebol do Brasileirão neste momento: o Atlético Mineiro.
Neste sábado, em um Maracanã lotado, com pouco mais de 80 mil torcedores, o Galo fez 3 a 0 no Flamengo, calou a nação rubro-negra e mostrou ter um time arrumado. Não falo de uma máquinha, galáticos ou craques de bola, mas de um time entrosado, que toca fácil a bola e sabe o quer em campo. Muita obediência tática e muita vontade dentro de campo.
Se me perguntarem os 11 titulares eu não saberia responder, mas destaco o conjunto. Um time de jovens, bem montado pelo técnico Marcelo Oliveira, que libera o experiente lateral César Prates para subir a vontade pela esquerda, acompanhado de garotos como Sérginho, Renan Oliveira, Pedro Paulo, dentre outros, responsáveis por armar uma correria na zaga adversária.
Com este resultado, o Flamengo deixou o G4, após o São Paulo ter vencido o Náutico no Morumbi. A outra alteração significativa na tabela ocorreu na zona do rebaixamento. O Fluminense, de técnico novo - Renê Simões -, venceu o Atlético-PR na Arena da Baixada, por 3 a 1, trocando de posição com o clube de Curitiba, que tem o sinal amarelo acesso pela primeira vez na cometição.
Ainda no sábado, a Portuguesa empatou, sem gols, em casa com o Coritiba e continua na zona do rebaixamento. No Serra Dourada outro empate, 1 a 1 Goiás e Internacional, que continuam sem grandes objetivos no campeonato.
Registro ainda os resultados das outras seis partidas realizadas durante a semana. Na quarta-feira, o Vasco foi ao Recife e empatou em 2 a 2 com o Sport. No Sul, o Figueirense empatou em 0 a 0 com o Palmeiras, que caiu para a vice-liderança e viu o Tricolor Gaúcho ultrapassa-lo, após vencer o Santos por 2 a 0 no Olímpico.
Já na quinta-feira, o Cruzeiro, terceiro colocado, bateu o Ipatinga (1 a 0) no clássico de Minas, o São Paulo suou para vencer o Náutico por 1 a 0 e o Botafogo não teve dificuldades para fazer 3 a 1 no Vitória, no Rio de Janeiro.
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