Passadas sete rodadas de um total de 15 na primeira fase do Campeonato Paulista de 2014, santistas e palmeirenses tem bons motivos para acreditar no título do torneio. Ambos tem campanhas iguais, são seis vitórias e um empate, com aproveitamento de 90,4%. Já são-paulinos e corintianos, desses eu falo depois...
Com melhor saldo de gols e também mais tentos marcados, o Peixe tem a melhor campanha do Paulista. São 17 feitos e quatro sofridos, contra 14 feitos e os mesmos quatro tomados pelo Verdão. No time alvinegro, o artilheiro é a promessa Gabigol, com quatro gols.
No Aliviverde, a artilharia está com Alan Kardec, que na última partida desperdiçou o quarto gol no campeonato, ao mesmo tempo jogou fora a possibilidade de manter o time 100%, porque se faz o penal, o Verdão ganharia de 2x1 do Audax.
Coincidentemente, os dois clubes que brilham foram aqueles que jogaram em casa no primeiro clássico da temporada. O Santos fez 5x1 no Corinthians dentro do Alçapão, deixando o rival em uma grande crise. Crise esta que, por ser início de temporada, ainda é de se ignorar.
Já o Palmeiras fez um jogo perfeito contra o apático time do São Paulo. De um lado se viu um time sobrando em campo, correndo e se entregando taticamente. Do outro, um time sem esquema tático, sem vontade e sem finalizar. Sem nada.
Falando de São Paulo e Corinthians, a patética troca entre Jadson (definitivo) e Alexandre Pato (por dois anos de empréstimo) mostram como os dois clubes estão perdidos.
Jadson não fará falta alguma ao time Tricolor. E, mesmo sendo um jogador, teoricamente diferenciado, Pato também não faz falta ao Timão. Mas não é compreensível rivais se reforçarem, ainda mais por vontade própria.
No Paulista, o São Paulo faz uma campanha razoável. São quatro vitórias e três derrotas. Quando joga em casa, ganha. Quando joga fora, perde. Não encontrou adversários a altura em casa e, seja qual for o nível do rival, fora de casa simplesmente andou em campo.
O alerta para Muricy deve ser aceso, pois historicamente seus times demoram a embalar. Se o negócio começar a andar apenas em outubro, acredito que será tarde para brigar por títulos.
Já o Corinthians tem a pior campanha entre os quatro grandes. Venceu os dois primeiros jogos, perdeu os quatro seguintes e empatou o último. Para um clube da grandeza corintiana, ficar cinco jogos no Paulista sem vencer é inaceitável.
Porém, ao mesmo tempo que gritam e esperneiam dizendo que o clube está em crise, vale lembrar que a decisão do torneio será no mata-mata. A única vantagem de quem tem campanha melhor é jogar em casa, ou seja, se o Timão enfrentar o São Paulo em uma hipotética semifinal, a história recente mostra que não há dificuldades.
Se enfrentar o Palmeiras ou Santos em dois jogos, em uma provável final, também não há favoritos. Isso porque no futebol, apenas o peru morre de véspera. Quando o assunto é clássico, tudo pode acontecer. Pelo contrário, são os jogos mais suscetíveis a resultados inesperados.
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Como explicar a demora de São Paulo e Corinthians para contratarem?
Passadas duas semanas de 2014, somadas com mais algumas do término da temporada passada, São Paulo e Corinthians seguem sem empolgar seus torcedores no que diz respeito a contratações.
Mas até que ponto isso é um grande problema? No fim de 2013, Juvenal Juvêncio foi contraditório (sim, acredite). Primeiro disse que sua torcida teria bons presentes de fim de ano. Mas em seguida colocou os pés no chão ao dizer que no ano da Copa do Mundo, tudo estaria supervalorizado.
E realmente é verdade. Cada vez mais voltam ao Brasil medalhões europeus, que deixaram saudades em suas torcidas ao saírem do País anos atrás. Alguns recebendo, inclusive, salários similares aos da Europa. O problema é que esses ou estão em baixa, como Luís Fabiano por exemplo, ou não mostraram porque vieram, como Alexandre Pato.
Até o momento, o Tricolor Paulista trouxe apenas Luís Ricardo, ótimo lateral por sinal, contabiliza Roger Carvalho, zagueiro que chegou machucado em 2013, e tenta a todo custo trazer Souza, volante do Grêmio, em troca com o zagueiro Rhodolfo.
Já o Corinthians até agora trouxe também apenas o lateral esquerdo da Ponte Preta, Uendel, que na semifinal da Sul-Americana garantiu sua vinda, ao passar sem dificuldade pela defesa são-paulina na superlativa vitória por 3 x 1 no jogo de ida do Morumbi. O lateral Fagner, que começou no Coringão, também esta próximo. Assim como Bruno Henrique, da Portuguesa.
Mas se fizermos uma análise fria, tanto Corinthians quanto São Paulo não estão errados na postura. O que eles irão disputar no primeiro semestre? O Campeonato Paulista, que ninguém chora se não for campeão, e as três primeiras fases da Copa do Brasil, teoricamente.
Ambos os clubes encerraram o Brasileiro em colocações intermediárias, mas tem peças em seus elencos que podem fazer diferença. Luís Fabiano, Ganso, Jadson, podem levar o Tricolor à Glória, porque não? Assim como Pato, Renato Augusto, Ralf e cia também, são os mesmos que conquistaram dois títulos em 2013.
Não costumo defender dirigentes de futebol. Mas, prefiro que não façam loucuras tendo em conta que o semestre é praticamente perdido, do que contratem jogadores como fez Palmeiras e Santos.
Mais necessitado de contratar, por subir para a Série A e por ter em 2014 o ano de seu Centenário, o Verdão se reforçou com nomes medianos que não devem fazer grandes partidas. Além disso, gastou 8 milhões de reais por 64% do atacante Leandro. Francamente, um erro ao meu ver.
O Santos foi mais além. Trouxe com apoio de um parceiro o atacante Leandro Damião. Ótimo jogador, que viveu altos e baixos no Inter. Mas o que assusta é o valor: 42 milhões de reais. Em um negócio da China, pois o Santos terá que pagar ao grupo que trouxe o atleta os 42 mi, além de juros, caso não consiga vende-lo nos próximos 5 anos.
Entre as loucuras cometidas por Alvinegros/Alviverdes, e os pés no chão de Tricolores/Alvinegros, fico com a segunda turma. Porque até o Brasileiro e a Copa do Brasil pegarem fogo, lá para setembro mais ou menos, há um grande caminho a percorrer, e muitos euros/dólares/reais a serem gastos.
Mas até que ponto isso é um grande problema? No fim de 2013, Juvenal Juvêncio foi contraditório (sim, acredite). Primeiro disse que sua torcida teria bons presentes de fim de ano. Mas em seguida colocou os pés no chão ao dizer que no ano da Copa do Mundo, tudo estaria supervalorizado.
E realmente é verdade. Cada vez mais voltam ao Brasil medalhões europeus, que deixaram saudades em suas torcidas ao saírem do País anos atrás. Alguns recebendo, inclusive, salários similares aos da Europa. O problema é que esses ou estão em baixa, como Luís Fabiano por exemplo, ou não mostraram porque vieram, como Alexandre Pato.
Até o momento, o Tricolor Paulista trouxe apenas Luís Ricardo, ótimo lateral por sinal, contabiliza Roger Carvalho, zagueiro que chegou machucado em 2013, e tenta a todo custo trazer Souza, volante do Grêmio, em troca com o zagueiro Rhodolfo.
Já o Corinthians até agora trouxe também apenas o lateral esquerdo da Ponte Preta, Uendel, que na semifinal da Sul-Americana garantiu sua vinda, ao passar sem dificuldade pela defesa são-paulina na superlativa vitória por 3 x 1 no jogo de ida do Morumbi. O lateral Fagner, que começou no Coringão, também esta próximo. Assim como Bruno Henrique, da Portuguesa.
Mas se fizermos uma análise fria, tanto Corinthians quanto São Paulo não estão errados na postura. O que eles irão disputar no primeiro semestre? O Campeonato Paulista, que ninguém chora se não for campeão, e as três primeiras fases da Copa do Brasil, teoricamente.
Ambos os clubes encerraram o Brasileiro em colocações intermediárias, mas tem peças em seus elencos que podem fazer diferença. Luís Fabiano, Ganso, Jadson, podem levar o Tricolor à Glória, porque não? Assim como Pato, Renato Augusto, Ralf e cia também, são os mesmos que conquistaram dois títulos em 2013.
Não costumo defender dirigentes de futebol. Mas, prefiro que não façam loucuras tendo em conta que o semestre é praticamente perdido, do que contratem jogadores como fez Palmeiras e Santos.
Mais necessitado de contratar, por subir para a Série A e por ter em 2014 o ano de seu Centenário, o Verdão se reforçou com nomes medianos que não devem fazer grandes partidas. Além disso, gastou 8 milhões de reais por 64% do atacante Leandro. Francamente, um erro ao meu ver.
O Santos foi mais além. Trouxe com apoio de um parceiro o atacante Leandro Damião. Ótimo jogador, que viveu altos e baixos no Inter. Mas o que assusta é o valor: 42 milhões de reais. Em um negócio da China, pois o Santos terá que pagar ao grupo que trouxe o atleta os 42 mi, além de juros, caso não consiga vende-lo nos próximos 5 anos.
Entre as loucuras cometidas por Alvinegros/Alviverdes, e os pés no chão de Tricolores/Alvinegros, fico com a segunda turma. Porque até o Brasileiro e a Copa do Brasil pegarem fogo, lá para setembro mais ou menos, há um grande caminho a percorrer, e muitos euros/dólares/reais a serem gastos.
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Feliz 2014, ano que promete ser difícil para os grandes paulistas
A temporada de 2014 começa sem grandes expectativas para o quarteto paulista, formado pelos paulistanos Corinthians, Palmeiras e São Paulo, e pelo "Glorioso Alvinegro praiano". Sem nenhum deles na próxima Taça Libertadores, o Campeonato Paulista deste ano promete ser o estadual mais disputado dos últimos tempos.
Isso porque todos os outros três torneios que os quatro clubes podem disputar, Copa do Brasil e Brasileiro, com toda certeza, e Sul-Americana, que é disputada dependendo de não se classificar para a 4ª fase no mata-mata da Copa (brilhante fórmula de classificação), serão definidos no mês de dezembro.
Além disso, a fórmula de 2014 promete ser mais interessante que a dos últimos anos. Continuam classificando-se oito clubes para as quartas de final. Porém, dessa vez os times estão em quatro grupos de cinco equipes, que curiosamente nenhuma delas se enfrentam. Os dois melhores de cada grupo classificam-se, o que aumenta as chances de quartas de final entre gigantes e, quem sabe, final com times do interior, porque não.
Por ter garantido a classificação à Série A de 2014 bem cedo, em meados de outubro, o Palmeiras larga na frente dos demais. Começou a pré-temporada alguns dias antes e estará mais inteiro para o seu Centenário. Além disso, já anunciou algumas contratações como os atacantes Diogo (ex Portuguesa) e Rodolfo, e também tem tudo adiantado com o zagueiro Lúcio.
O Santos também é forte candidato. Talvez o maior de todos, pela qualidade do elenco. Nomes como Montillo, Cícero (se continuar) e Thiago Ribeiro, somados ao contratado Leandro Damião e à possível vinda de Vargas, aquecerão o clima na Vila Belmiro, que tem sido quente nos primeiros dias de Verão.
Iniciando um processo de reformulação após ganhar tudo nos últimos anos, o Corinthians é um incógnita para esta temporada. Ao mesmo tempo que a chegada de Mano Menezes pode trazer força para o clube, a saída do multicampeão Tite pode forçar Mano a ter bons resultados logo. A base até o momento é a mesma de 2013.
A expectativa dos alvinegros é que o novo (antigo) técnico injete ânimo nos jogadores e conquiste um título de expressão, após um ano de vitórias (Paulista e Recopa), mas com pouca pompa se comparado aos anos de 2011 e 2012.
Quem deve ter o ano mais difícil é o São Paulo. O clube teve na última temporada o pior ano de sua história recente e,talvez, de todos seus quase 80 anos. Muricy Ramalho terá que trabalhar muito para conseguir algo que não seja apenas manter o time na primeira divisão nacional ou classificar-se para a Libertadores.
O torcedor, que vê até agora apenas um ótimo reforço, o de Luis Ricardo, e uma saída, a de Aloísio num verdadeiro negócio da China, não pode esperar grande coisa do atual elenco. Espero que minha tese de que em 2013 eles apanharam o suficiente para estarem maduros em 2014, seja bem sucedida.
No entanto, como os holofotes estão todos virados para a eleição de abril, que finaliza o ciclo vencedor/perdedor de Juvenal Juvêncio, as chances de título para o Tricolor Paulista se torna algo muito distante.
Isso porque todos os outros três torneios que os quatro clubes podem disputar, Copa do Brasil e Brasileiro, com toda certeza, e Sul-Americana, que é disputada dependendo de não se classificar para a 4ª fase no mata-mata da Copa (brilhante fórmula de classificação), serão definidos no mês de dezembro.
Além disso, a fórmula de 2014 promete ser mais interessante que a dos últimos anos. Continuam classificando-se oito clubes para as quartas de final. Porém, dessa vez os times estão em quatro grupos de cinco equipes, que curiosamente nenhuma delas se enfrentam. Os dois melhores de cada grupo classificam-se, o que aumenta as chances de quartas de final entre gigantes e, quem sabe, final com times do interior, porque não.
Por ter garantido a classificação à Série A de 2014 bem cedo, em meados de outubro, o Palmeiras larga na frente dos demais. Começou a pré-temporada alguns dias antes e estará mais inteiro para o seu Centenário. Além disso, já anunciou algumas contratações como os atacantes Diogo (ex Portuguesa) e Rodolfo, e também tem tudo adiantado com o zagueiro Lúcio.
O Santos também é forte candidato. Talvez o maior de todos, pela qualidade do elenco. Nomes como Montillo, Cícero (se continuar) e Thiago Ribeiro, somados ao contratado Leandro Damião e à possível vinda de Vargas, aquecerão o clima na Vila Belmiro, que tem sido quente nos primeiros dias de Verão.
Iniciando um processo de reformulação após ganhar tudo nos últimos anos, o Corinthians é um incógnita para esta temporada. Ao mesmo tempo que a chegada de Mano Menezes pode trazer força para o clube, a saída do multicampeão Tite pode forçar Mano a ter bons resultados logo. A base até o momento é a mesma de 2013.
A expectativa dos alvinegros é que o novo (antigo) técnico injete ânimo nos jogadores e conquiste um título de expressão, após um ano de vitórias (Paulista e Recopa), mas com pouca pompa se comparado aos anos de 2011 e 2012.
Quem deve ter o ano mais difícil é o São Paulo. O clube teve na última temporada o pior ano de sua história recente e,talvez, de todos seus quase 80 anos. Muricy Ramalho terá que trabalhar muito para conseguir algo que não seja apenas manter o time na primeira divisão nacional ou classificar-se para a Libertadores.
O torcedor, que vê até agora apenas um ótimo reforço, o de Luis Ricardo, e uma saída, a de Aloísio num verdadeiro negócio da China, não pode esperar grande coisa do atual elenco. Espero que minha tese de que em 2013 eles apanharam o suficiente para estarem maduros em 2014, seja bem sucedida.
No entanto, como os holofotes estão todos virados para a eleição de abril, que finaliza o ciclo vencedor/perdedor de Juvenal Juvêncio, as chances de título para o Tricolor Paulista se torna algo muito distante.
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Balanço de 2013 do futebol paulista e brasileiro
Com a derrota do Atlético-MG para o Raja Casa Blanca, por 3 x 1, pela semifinal do Mundial de Clubes do Marrocos, a temporada de 2013 praticamente se encerra para os clubes brasileiros.
Antes de fazer um pequeno balanço do que vimos, peço desculpas pelos dois meses sem atualizar o Futebol Paulistano. Infelizmente os afazeres laborais me tomaram grande parte do tempo.
Grandes Paulistas
Entendo que nenhum dos quatro paulistas tiveram muito o que comemorar. Quem pode me xingar são os corintianos, campeões do Paulista-13 e da Recopa das Américas.
Ao meu ver, ganhar o Paulistinha já não é a meta de nenhum torcedor dos grandes de SP. Já a Recopa é um título que não vale muita coisa, mesmo sendo vencido diante do rival São Paulo. Sinceramente, duvido que daqui 10 anos um alvinegro vá falar "lembra daquele título da Recopa!".
Tirando o Corinthians com esses dois títulos, quem também triunfou foi o Palmeiras. O clube de Palestra Itália foi campeão da Série B do Brasileiro. Acredito que comemorar isso não representa a história do Verdão.
Já São Paulo e Santos viveram um ano muito difícil. Pior foi para o São Paulo, que brigou para não cair no Brasileiro-13 faltando algumas rodadas para o término. O Santos terminou por cima a temporada. Além de ser o melhor do estado no Nacional, já começou 2014 bem, com a contratação de Leandro Damião.
Pequenos-grandes Paulistas
Gostaria de destacar o que fez a Ponte Preta na Sul-Americana. Desbancou equipes favoritas como Vélez Sarsfield e São Paulo, porém foi barrada pelo Lanús.
É uma situação delicada. Chegar à final de um torneio internacional seria o suficiente para louvar o time de Campinas. Mas, ao meu ver, o vice-campeonato não vale absolutamente nada para um clube que nunca foi campeão de um torneio.
Quanto a Lusa, parabenizo por ter feito dentro de campo um Brasileiro razoável, sem ter caído ao término das 38 rodadas. Porém, lamento que forças maiores (STJD e CBFlu) conseguiram rebaixar a equipe para a Série B, com a escalação irregular de Héverton, na última rodada, e a perda de 4 pontos.
Algo de muito estranho tem nessa história. Rogo a Deus que alguém apure e investigue. Se por 9 anos um advogado fez bem seu papel no STJD para a Portuguesa e, coincidentemente, um dia não fez seu papel para o clube, é porque tem coisa errada na história.
Brasileirão 2013
O Cruzeiro ganhou com sobras o campeonato. No começo ninguém apontava o time de Borges, Dagoberto e cia como favoritos, mas o técnico Marcelo Oliveira soube montar uma equipe que joga pra frente, sem medo de perder.
Outro vencedor do campeonato foi o Atlético-PR, terceiro colocado. Provou que deixar de lado o estadual é um grande negócio e chegou voando na competição.
Botafogo e Grêmio garantiram a vaga na Libertadores, integrando o G4. Parabéns aos clubes, mesmo não acreditando que tenham condição de ser campeões do torneio continental.
Ainda sobre o campeonato, lamento a queda da Lusa para a segunda divisão. Os homens de terno definiram o rumo das coisas. A CBF ser incompetente não é novidade, mas preferirem responsabilizar o clube por uma falha na regra é o jeito brasileiro de resolver as coisas.
Que os clubes luso-brasileiros, Vasco da Gama e Portuguesa, subam com louvor e merecimento. E que, cedo ou tarde, o Fluminense pague suas contas com o futebol (96, 2000 e 2013).
Copa do Brasil
O Flamengo garantiu o título de 2013 do segundo torneio mais importante do futebol nacional. Mesmo com a 16ª colocação do Brasileiro (perdeu 4 pontos no tapetão do STJD), venceu equipes da ponta de cima da tabela, como Cruzeiro, Goiás e Atlético-PR.
Essa é a prova de que camisa e estádio grande lotado, como o Maracanã, ganha jogo. Ao meu ver, o Mengo é limitado no papel. Mas nomes como Elias e Hernane "Brocador" fizeram a diferença.
Libertadores e Mundial
O Galo viveu um ano de ida do céu ao inferno. Conseguiu ganhar uma Libertadores com muita emoção, passando por semifinal e final nos pênaltis, mas no Mundial...
No Mundial de Clubes o Atlético fez feio. Não teve interesse e vergonha na cara para enfrentar o Raja Casa Blanca. Jogou com a arrogância do seu líder, Ronaldo Gaúcho, que joga por diversão. Pagou um preço caro, mas justíssimo.
Antes de fazer um pequeno balanço do que vimos, peço desculpas pelos dois meses sem atualizar o Futebol Paulistano. Infelizmente os afazeres laborais me tomaram grande parte do tempo.
Grandes Paulistas
Entendo que nenhum dos quatro paulistas tiveram muito o que comemorar. Quem pode me xingar são os corintianos, campeões do Paulista-13 e da Recopa das Américas.
Ao meu ver, ganhar o Paulistinha já não é a meta de nenhum torcedor dos grandes de SP. Já a Recopa é um título que não vale muita coisa, mesmo sendo vencido diante do rival São Paulo. Sinceramente, duvido que daqui 10 anos um alvinegro vá falar "lembra daquele título da Recopa!".
Tirando o Corinthians com esses dois títulos, quem também triunfou foi o Palmeiras. O clube de Palestra Itália foi campeão da Série B do Brasileiro. Acredito que comemorar isso não representa a história do Verdão.
Já São Paulo e Santos viveram um ano muito difícil. Pior foi para o São Paulo, que brigou para não cair no Brasileiro-13 faltando algumas rodadas para o término. O Santos terminou por cima a temporada. Além de ser o melhor do estado no Nacional, já começou 2014 bem, com a contratação de Leandro Damião.
Pequenos-grandes Paulistas
Gostaria de destacar o que fez a Ponte Preta na Sul-Americana. Desbancou equipes favoritas como Vélez Sarsfield e São Paulo, porém foi barrada pelo Lanús.
É uma situação delicada. Chegar à final de um torneio internacional seria o suficiente para louvar o time de Campinas. Mas, ao meu ver, o vice-campeonato não vale absolutamente nada para um clube que nunca foi campeão de um torneio.
Quanto a Lusa, parabenizo por ter feito dentro de campo um Brasileiro razoável, sem ter caído ao término das 38 rodadas. Porém, lamento que forças maiores (STJD e CBFlu) conseguiram rebaixar a equipe para a Série B, com a escalação irregular de Héverton, na última rodada, e a perda de 4 pontos.
Algo de muito estranho tem nessa história. Rogo a Deus que alguém apure e investigue. Se por 9 anos um advogado fez bem seu papel no STJD para a Portuguesa e, coincidentemente, um dia não fez seu papel para o clube, é porque tem coisa errada na história.
Brasileirão 2013
O Cruzeiro ganhou com sobras o campeonato. No começo ninguém apontava o time de Borges, Dagoberto e cia como favoritos, mas o técnico Marcelo Oliveira soube montar uma equipe que joga pra frente, sem medo de perder.
Outro vencedor do campeonato foi o Atlético-PR, terceiro colocado. Provou que deixar de lado o estadual é um grande negócio e chegou voando na competição.
Botafogo e Grêmio garantiram a vaga na Libertadores, integrando o G4. Parabéns aos clubes, mesmo não acreditando que tenham condição de ser campeões do torneio continental.
Ainda sobre o campeonato, lamento a queda da Lusa para a segunda divisão. Os homens de terno definiram o rumo das coisas. A CBF ser incompetente não é novidade, mas preferirem responsabilizar o clube por uma falha na regra é o jeito brasileiro de resolver as coisas.
Que os clubes luso-brasileiros, Vasco da Gama e Portuguesa, subam com louvor e merecimento. E que, cedo ou tarde, o Fluminense pague suas contas com o futebol (96, 2000 e 2013).
Copa do Brasil
O Flamengo garantiu o título de 2013 do segundo torneio mais importante do futebol nacional. Mesmo com a 16ª colocação do Brasileiro (perdeu 4 pontos no tapetão do STJD), venceu equipes da ponta de cima da tabela, como Cruzeiro, Goiás e Atlético-PR.
Essa é a prova de que camisa e estádio grande lotado, como o Maracanã, ganha jogo. Ao meu ver, o Mengo é limitado no papel. Mas nomes como Elias e Hernane "Brocador" fizeram a diferença.
Libertadores e Mundial
O Galo viveu um ano de ida do céu ao inferno. Conseguiu ganhar uma Libertadores com muita emoção, passando por semifinal e final nos pênaltis, mas no Mundial...
No Mundial de Clubes o Atlético fez feio. Não teve interesse e vergonha na cara para enfrentar o Raja Casa Blanca. Jogou com a arrogância do seu líder, Ronaldo Gaúcho, que joga por diversão. Pagou um preço caro, mas justíssimo.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Sexta rodada boa para os paulistas, exceto para o São Paulo
Dos cinco times paulistas que disputam a Série A do Brasileiro, apenas um teve uma rodada ruim: o São Paulo, que perdeu em casa para o Santos, por 2 a 0, e afundou mais ainda na crise. Dos outros três, apenas a Lusa empatou (também em casa) enquanto Corinthians e Ponte Preta triunfaram foram de casa.
A Ponte abriu no sábado a rodada paulista, vencendo facilmente o Náutico em Pernambuco, às 18h30. Diante de 20.000 pessoas na Arena Pernambuco, o time de Campinas fez 3 a 1, sem dificuldades. Em uma análise superficial e fria, já encontramos nesse duelo um forte candidado para o rebaixamento.
Um pouco mais tarde, no jogo balada do Brasileirão, a Portuguesa recebeu o Cruzeiro no Canindé. A bola área definiu o placar de 1 a 1, com dois gols de zagueiros. Valdomiro para a Lusa e Bruno Rodrigo para a Raposa, ainda no primeiro tempo do jogo.
No domingo, duas vitórias de visitantes. O Corintihans foi a Salvador e não teve problemas para bater o Bahia por 2 a 0. Os dois gols foram marcados por Alexandre Pato, que finalmente desencantou.
No Morumbi, São Paulo e Santos fizeram o primeiro grande clássico paulista. Melhor para o time do litoral, que soube aproveitar as chances que teve no segundo tempo, fazendo dois gols semelhantes: cruzamentos da esquerda, para Giva e Cícero marcarem, sem qualquer dificuldade.
Por ter assistido ao jogo, faço uma análise mais profunda. No primeiro tempo o Tricolor teve ótimas chances de abrir o placar, enquanto o Santos foi mais tímido. Na etapa final, logo aos 8 minutos um lance definiu a partida. Jadson recebeu a bola, driblou o zagueiro e saiu livre na cara do gol. Se tivesse caprichado, talvez o placar seria outro.
Apenas quatro minutos depois, em uma jogada despretenciosa, o Santos abriu com Giva de cabeça. O atacante, que havia entrada há um minuto no lugar de William José, cabeceou sozinho. O zagueiro Rhodolfo simplesmente admirou o lance, como se ele não fosse o marcador. Um misto de falta de ritmo com falta de vontade.
Dos 12 minutos do segundo tempo até o apito final, apenas um lance de destaque, que foi o segundo gol do Peixe. Não é exagero, pois não aconteceu mais nada nesse período. O São Paulo não deu um chute a gol, enquanto o Santos apenas cozinhou o time adversário, que se encontrava totalmente perdido em campo.
Série B
O Palmeiras venceu a quinta partida em sete disputadas na Série B do Brasileiro. Um passeio contra o Oeste em Presidente Prudente, 4 a 0. Leandro marcou dois gols e Charles outros dois. Pelo andar da carroagem, não imagino que o Verdão terá dificuldades para voltar ao seu lugar na elite, classificando-se entre os quatro melhores do torneio.
A Ponte abriu no sábado a rodada paulista, vencendo facilmente o Náutico em Pernambuco, às 18h30. Diante de 20.000 pessoas na Arena Pernambuco, o time de Campinas fez 3 a 1, sem dificuldades. Em uma análise superficial e fria, já encontramos nesse duelo um forte candidado para o rebaixamento.
Um pouco mais tarde, no jogo balada do Brasileirão, a Portuguesa recebeu o Cruzeiro no Canindé. A bola área definiu o placar de 1 a 1, com dois gols de zagueiros. Valdomiro para a Lusa e Bruno Rodrigo para a Raposa, ainda no primeiro tempo do jogo.
No domingo, duas vitórias de visitantes. O Corintihans foi a Salvador e não teve problemas para bater o Bahia por 2 a 0. Os dois gols foram marcados por Alexandre Pato, que finalmente desencantou.
No Morumbi, São Paulo e Santos fizeram o primeiro grande clássico paulista. Melhor para o time do litoral, que soube aproveitar as chances que teve no segundo tempo, fazendo dois gols semelhantes: cruzamentos da esquerda, para Giva e Cícero marcarem, sem qualquer dificuldade.
Por ter assistido ao jogo, faço uma análise mais profunda. No primeiro tempo o Tricolor teve ótimas chances de abrir o placar, enquanto o Santos foi mais tímido. Na etapa final, logo aos 8 minutos um lance definiu a partida. Jadson recebeu a bola, driblou o zagueiro e saiu livre na cara do gol. Se tivesse caprichado, talvez o placar seria outro.
Apenas quatro minutos depois, em uma jogada despretenciosa, o Santos abriu com Giva de cabeça. O atacante, que havia entrada há um minuto no lugar de William José, cabeceou sozinho. O zagueiro Rhodolfo simplesmente admirou o lance, como se ele não fosse o marcador. Um misto de falta de ritmo com falta de vontade.
Dos 12 minutos do segundo tempo até o apito final, apenas um lance de destaque, que foi o segundo gol do Peixe. Não é exagero, pois não aconteceu mais nada nesse período. O São Paulo não deu um chute a gol, enquanto o Santos apenas cozinhou o time adversário, que se encontrava totalmente perdido em campo.
Série B
O Palmeiras venceu a quinta partida em sete disputadas na Série B do Brasileiro. Um passeio contra o Oeste em Presidente Prudente, 4 a 0. Leandro marcou dois gols e Charles outros dois. Pelo andar da carroagem, não imagino que o Verdão terá dificuldades para voltar ao seu lugar na elite, classificando-se entre os quatro melhores do torneio.
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terça-feira, 18 de junho de 2013
Campeonato Brasileiro parado até o fim da Copa das Confederações
A pausa do Campeonato Brasileiro para que a Copa das Confederações seja disputada tirou um pouco o foco do Blog que cobre os times paulistanos, além dos outros importantes do estado. Assim, como um certo atraso (quase uma semana) faço um balanço das duas últimas rodadas disputadas na Série A e na Segunda Divisão.
Brasileirão
Os cinco paulistas que disputam a principal competição nacional seguem sem brilhar. Na quarta rodada, disputada nos dias 5 e 6 de junho, nenhum time do estado venceu. Foram quatro derrotas e um empate como melhor resultado.
O São Paulo abriu o dia sendo derrotado pelo Goiás em casa, por 1 a 0. O time de Ney Franco levou um gol de bola parada nos minutos iniciais, e depois não conseguiu mais reagir. Se a postura for essa daqui para frente, o torcedor são-paulino pode esquecer qualquer chance de título.
No mesmo horário, o Santos foi a Criciúma enfrentar o Tigre, que não tomou qualquer conhecimento do ex-time de Neymar. 3 a 1 para os mandantes, com um gol de honra santista marcado por Neílton no fim do duelo. Também às 19h30, a Lusa arrancou um empate com o Inter dentro de casa, 1 a 1, com gol de Cañete.
Mais tarde, às 21h00, a Ponte Preta fez um jogo de 7 gols com o Atlético-PR em Campinas. 4 a 3 para os visitantes, que chegaram a estar atrás no placar. No jogo da Tv, o Corinthians foi a Sete Lagoas e, sem sua alma (Paulinho), foi derrotado pelo Cruzeiro pelo placar mínimo.
Pela quinta rodada, a média de aproveitamento "melhorou", uma vez que o Santos venceu (1 a 0) o Atlético-MG, além do empate entre Corintihans x Portuguesa, por a 1 a 1, e entre Grêmio e São Paulo, também pelo mesmo placar do clássico paulistano.
A única equipe paulista derrotada foi outra vez a Ponte Preta, que perdeu de novo em casa. Dessa vez para o Botafogo, por 2 a 0. Com o resultado, a Macaca já aparece entre as piores equipes da tabela de classificação, algo preocupante para quem vive subindo e descendo.
Segunda Divisão
O Palmeiras teve duas rodadas contraditórias. Pela quinta rodada, foi ao Recife e perdeu por 1 a 0 para o Sport, onde o jogo em si não existiu. O destaque foi a chuva, que alagou completamente o gramado, e também a péssima arbitragem, muito criticada pelos palmeirenses.
Na sexta e última rodada disputada, uma vitória contra o fraco América-RN, por 2 a 0, em partida disputada também no Nordeste. Sinceramente, ganhar jogos como este é o básico para o time voltar a elite nacional. Não faz mais do que obrigação.
Brasileirão
Os cinco paulistas que disputam a principal competição nacional seguem sem brilhar. Na quarta rodada, disputada nos dias 5 e 6 de junho, nenhum time do estado venceu. Foram quatro derrotas e um empate como melhor resultado.
O São Paulo abriu o dia sendo derrotado pelo Goiás em casa, por 1 a 0. O time de Ney Franco levou um gol de bola parada nos minutos iniciais, e depois não conseguiu mais reagir. Se a postura for essa daqui para frente, o torcedor são-paulino pode esquecer qualquer chance de título.
No mesmo horário, o Santos foi a Criciúma enfrentar o Tigre, que não tomou qualquer conhecimento do ex-time de Neymar. 3 a 1 para os mandantes, com um gol de honra santista marcado por Neílton no fim do duelo. Também às 19h30, a Lusa arrancou um empate com o Inter dentro de casa, 1 a 1, com gol de Cañete.
Mais tarde, às 21h00, a Ponte Preta fez um jogo de 7 gols com o Atlético-PR em Campinas. 4 a 3 para os visitantes, que chegaram a estar atrás no placar. No jogo da Tv, o Corinthians foi a Sete Lagoas e, sem sua alma (Paulinho), foi derrotado pelo Cruzeiro pelo placar mínimo.
Pela quinta rodada, a média de aproveitamento "melhorou", uma vez que o Santos venceu (1 a 0) o Atlético-MG, além do empate entre Corintihans x Portuguesa, por a 1 a 1, e entre Grêmio e São Paulo, também pelo mesmo placar do clássico paulistano.
A única equipe paulista derrotada foi outra vez a Ponte Preta, que perdeu de novo em casa. Dessa vez para o Botafogo, por 2 a 0. Com o resultado, a Macaca já aparece entre as piores equipes da tabela de classificação, algo preocupante para quem vive subindo e descendo.
Segunda Divisão
O Palmeiras teve duas rodadas contraditórias. Pela quinta rodada, foi ao Recife e perdeu por 1 a 0 para o Sport, onde o jogo em si não existiu. O destaque foi a chuva, que alagou completamente o gramado, e também a péssima arbitragem, muito criticada pelos palmeirenses.
Na sexta e última rodada disputada, uma vitória contra o fraco América-RN, por 2 a 0, em partida disputada também no Nordeste. Sinceramente, ganhar jogos como este é o básico para o time voltar a elite nacional. Não faz mais do que obrigação.
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quarta-feira, 5 de junho de 2013
Balanço da segunda e terceira rodadas do Brasileirão
Durante o feriado prolongado tivemos mais duas rodadas do Brasileirão 2013, que vai parar semana que vem após a quinta rodada, e só volta no mês de julho. Uma inter/pre-temporada para os clubes brasileiros.
Segunda Rodada
O Tricolor Paulista abriu bem a rodada, vencendo o Vasco por 5 a 1 no Morumbi. O jogo estava bem fraco até a entrada de Aloísio no intervalo. Com o "boi bandido" em campo, o São Paulo se transformou .
O São Paulo fez cinco gols em pouco mais de trinta minutos, levando apenas um em erro bobo do goleiro Rogério Ceni. Com o resultado, o Tricolor assumiu a liderança do torneio, uma vez que os líderes não tiveram bons resultados.
No mesmo horário do São Paulo (19h30) o Santos foi a Volta Redonda enfrentar o Botafogo e foi derrotado. 2 a 1 para o time de Seedorf, que parece estar bem montado no início de temporada.
Mais tarde, foi a vez da Ponte Preta entrar em campo. O time campineiro, que havia estreado muito mal com uma derrota para o São Paulo jogando com um homem a mais, manteve seu tabu contra o Flamengo ao vencer o Urubu por 2 a 0 em Juiz de Fora (MG). O time carioca não bate a Macaca desde 2005.
Fechando a rodada dos paulistas, o Timão foi ao Serra Dourada encarar o Goiás. Saiu atrás, mas conseguiu um empate salvador no fim do jogo. A partida registrou dois gols feitos, que foram perdido pela dupla de ataque alvinegra, Guerrero e Pato.
A Portuguesa não entrou em campo pela rodada, uma vez que o seu adversário, o Fluminense, tinha duelo pelas quartas de final da Taça Libertadores. O jogo acontece na próxima quarta-feira (19/6).
Terceira Rodada
O Santos abriu a terceira rodada para os paulistas, no sábado à tarde, com dupla novidade: a demissão do técnico Muricy Ramalho dias antes do jogo e a definição de Neymar sobre seu novo clube, o Barcelona. O adversário era o forte Grêmio.
Jogando na Vila Belmiro, o Tricolor Gaúcho saiu na frente com Eduardo Vargas logo no primeiro tempo. Quando o jogo estava encaminhado para a vitória do visitante, William José teve um pênalti a seu favor, bem convertido, 1 a 1, placar final.
Fechando o sábado, Timão e Ponte Preta fizeram o duelo paulista da rodada, no Estádio Pacaembu. Em um jogo equilibrado, a estrela de Emerson Sheik brilhou. Saindo do banco, o atacante fez ótima jogada individual e garantiu a primeira vitória do Corinthians no atual campeonato.
No domingo, após o jogo da Seleção Brasileira, inauguração do Macaranã, Portuguesa e São Paulo entraram em campo para finalizar a rodada paulista.
A Lusa foi ao Recife e chegou muito perto da vitória, sofrendo o gol de empate nos minutos finais. Placar final, 2 a 2, contra um Náutico que provavelmente brigará para não cair.
Já em Belo Horizonte, o São Paulo enfrentou seu algoz Atlético-MG. O Galo ainda de ressaca após a classificação para a semifinal da Libertadores apenas jogou para o gasto, enquanto o Tricolor teve chances até a expulsão de Denílson, que desmontou o time de Ney Franco. Um 0 a 0 justo no Independência.
Série B
O Palmeiras fez três jogos nos últimos oito dias. Na terça passada foi à Alagoas enfrenta o ASA de Arapiraca e não tomou conhecimento do adversário, 3 a 0 sem grandes problemas.
No sábado o primeiro tropeço da temporada. O Verdão foi batido pelo América-MG por 1 a 0 em casa (Itu). Acusado de ter falhado no gol do Coelho, o goleiro Bruno chamou a torcida para o "pau". Demonstração clara de que as coisas não estão boas.
Porém, ontem (4/6) o Verdão recuperou o ritmo das vitórias ao bater o Avaí por 2 a 1 em Itu. E, o "culpado" pela derrota de sábado foi quem salvou o time quando vencia pelo placar final a poucos minutos do término da partida. Um dia da caça, outro do caçador!
Segunda Rodada
O Tricolor Paulista abriu bem a rodada, vencendo o Vasco por 5 a 1 no Morumbi. O jogo estava bem fraco até a entrada de Aloísio no intervalo. Com o "boi bandido" em campo, o São Paulo se transformou .
O São Paulo fez cinco gols em pouco mais de trinta minutos, levando apenas um em erro bobo do goleiro Rogério Ceni. Com o resultado, o Tricolor assumiu a liderança do torneio, uma vez que os líderes não tiveram bons resultados.
No mesmo horário do São Paulo (19h30) o Santos foi a Volta Redonda enfrentar o Botafogo e foi derrotado. 2 a 1 para o time de Seedorf, que parece estar bem montado no início de temporada.
Mais tarde, foi a vez da Ponte Preta entrar em campo. O time campineiro, que havia estreado muito mal com uma derrota para o São Paulo jogando com um homem a mais, manteve seu tabu contra o Flamengo ao vencer o Urubu por 2 a 0 em Juiz de Fora (MG). O time carioca não bate a Macaca desde 2005.
Fechando a rodada dos paulistas, o Timão foi ao Serra Dourada encarar o Goiás. Saiu atrás, mas conseguiu um empate salvador no fim do jogo. A partida registrou dois gols feitos, que foram perdido pela dupla de ataque alvinegra, Guerrero e Pato.
A Portuguesa não entrou em campo pela rodada, uma vez que o seu adversário, o Fluminense, tinha duelo pelas quartas de final da Taça Libertadores. O jogo acontece na próxima quarta-feira (19/6).
Terceira Rodada
O Santos abriu a terceira rodada para os paulistas, no sábado à tarde, com dupla novidade: a demissão do técnico Muricy Ramalho dias antes do jogo e a definição de Neymar sobre seu novo clube, o Barcelona. O adversário era o forte Grêmio.
Jogando na Vila Belmiro, o Tricolor Gaúcho saiu na frente com Eduardo Vargas logo no primeiro tempo. Quando o jogo estava encaminhado para a vitória do visitante, William José teve um pênalti a seu favor, bem convertido, 1 a 1, placar final.
Fechando o sábado, Timão e Ponte Preta fizeram o duelo paulista da rodada, no Estádio Pacaembu. Em um jogo equilibrado, a estrela de Emerson Sheik brilhou. Saindo do banco, o atacante fez ótima jogada individual e garantiu a primeira vitória do Corinthians no atual campeonato.
No domingo, após o jogo da Seleção Brasileira, inauguração do Macaranã, Portuguesa e São Paulo entraram em campo para finalizar a rodada paulista.
A Lusa foi ao Recife e chegou muito perto da vitória, sofrendo o gol de empate nos minutos finais. Placar final, 2 a 2, contra um Náutico que provavelmente brigará para não cair.
Já em Belo Horizonte, o São Paulo enfrentou seu algoz Atlético-MG. O Galo ainda de ressaca após a classificação para a semifinal da Libertadores apenas jogou para o gasto, enquanto o Tricolor teve chances até a expulsão de Denílson, que desmontou o time de Ney Franco. Um 0 a 0 justo no Independência.
Série B
O Palmeiras fez três jogos nos últimos oito dias. Na terça passada foi à Alagoas enfrenta o ASA de Arapiraca e não tomou conhecimento do adversário, 3 a 0 sem grandes problemas.
No sábado o primeiro tropeço da temporada. O Verdão foi batido pelo América-MG por 1 a 0 em casa (Itu). Acusado de ter falhado no gol do Coelho, o goleiro Bruno chamou a torcida para o "pau". Demonstração clara de que as coisas não estão boas.
Porém, ontem (4/6) o Verdão recuperou o ritmo das vitórias ao bater o Avaí por 2 a 1 em Itu. E, o "culpado" pela derrota de sábado foi quem salvou o time quando vencia pelo placar final a poucos minutos do término da partida. Um dia da caça, outro do caçador!
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terça-feira, 28 de maio de 2013
Paulistas dão o ponta-pé inicial no Brasileiro
Os quatro grandes de São Paulo iniciaram neste último fim de semana a disputa da edição 2013 do Brasileiro, Série A e B. Além deles, vou dar algum espaço também para Portuguesa e Ponte Preta, clubes da primeira divisão, bem como não deixarei de acompanhar o Palmeiras, único grande na Segundona neste ano.
O torcedor palmeirense agora terá de se acostumar (outra vez) com jogos às terças e sábados, como já havia ocorrido em 2003, quando disputou a Segundona pela primeira vez.
Abrindo o fim de semana dos paulistas, o Verdão recebeu em casa o Atlético-GO, jogando em Itu, pois cumpre algumas perdas de mando de jogo, por incidentes ocorridos na reta final do Brasileirão 2012.
A vitória veio com um único gol, do meio-campista Thiago Real já no segundo tempo. Sou muito sincero em dizer que este time do Palmeiras formado por Paulo Nobre e Brunoro é muito fraco. Mas, para o nível da competição em disputa, está bom e não creio em problemas para o Verdão subir.
Ainda no sábado, a Portuguesa abriu a jornada dos clubes da Primeira Divisão, ao perder por 1 a 0 para o Vasco da Gama, em São Januário, Rio de Janeiro. A zaga da Lusa vacilou na marcação de Tenório, que anotou o solitário gol vascaíno. Honestamente, mais uma vez a equipe lusitana brigará para não cair, infelizmente.
Em seguida, no horário mais ridículo do futebol nacional (sábado às 21h), o Corinthians recebeu o Botafogo no jogo da troca de faixas, uma vez que ambos foram os campeões de seus estados. Com um time bem montado, o Fogão dificultou a vida corintiana e o empate em 1 a 1 acabou sendo injusto para os visitantes.
No domingo, mais quatro paulistas jogaram. O Santos foi o destaque do domingo, não pelo duelo em si, contra o Flamengo. Mas sim pela despedida do craque Neymar, com mais de 60 mil pessoas no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. O curioso é que do público total, 80 ou 90% eram de flamenguistas.
O empate em 0 a 0 e o futebol praticado ficou muito abaixo do que se esperava do duelo. Uma despedida triste, bem como o clima no vestiário santista antes e depois do duelo.
Por fim, Ponte Preta e São Paulo fizeram o primeiro duelo paulista do Brasileirão. O São Paulo, mesmo jogando com um time com desfalques importantes (Ceni, Tolói e Ganso não jogaram), não teve a menor dificuldade para bater a Ponte por 2 a 0.
Mesmo com um jogador a mais por 30 minutos da etapa final, quando já perdia pela vantagem final, os mandantes não souberam tirar proveito da vantagem numérica. Enquanto o São Paulo pode e deve melhorar no torneio, a Macaca precisa muito melhorar, pois o que foi apresentado no domingo, está muito abaixo da crítica.
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quinta-feira, 16 de maio de 2013
As eliminações dos três paulistas na Libertadores 2013 em três atos
Em um espaço temporal de oito dias, os três clubes paulistanos que disputavam a Taça Libertadores foram eliminados nas oitavas de final da competição. Na quinta-feira passada deveria (teoricamente) escrever sobre o confronto Atlético-MG x São Paulo, mas por coincidência do destino, os outros paulistas também foram eliminados, por isso escrevo dos três hoje.
ATO I - "Lucio estupidamente expulso"
O São Paulo foi o primeiro entre os três clubes da capital a ser eliminado. Alguns fatores foram importantes para culminar na queda tricolor. Deixarei o que acredito ser o mais importante para o final.
Ao se classificar para as oitavas, na bacia das almas, o são-paulino no fundo já sabia que seria difícil passar para as quartas da competição, não só pelo adversário que enfrentaria, o melhor 1º colocado geral, mas também porque o time de Ney Franco não havia encontrado o futebol, em mais de três meses de temporada. Aliás, duvido que até o fim de 2013 ele encontrará, porque do jeito que as coisas andam...
Para azar do destino tricolor, Atlético-MG x São Paulo foi o duelo decidido em um espaço mais curto de tempo. Enquanto alguns times tiveram duas semanas entre seus jogos, Galo e Tricolor tiveram seis dias de intervalo entre o jogo no Morumbi e o duelo no Independência.
Pior do que isso, no meio desse duro confronto havia apenas uma semifinal de Paulista contra o arquirrival Corinthians. Simples, não? Uma eliminação (como de fato aconteceu) só pesaria negativamente na apresentação decisiva em Belo Horizonte.
Encerrando, o São Paulo foi derrotado com requintes de crueldade. Levou um 4 a 1, como aquele boxeador que enfrenta o seu adversário e bate nele até o final do duelo, pelo prazer de passar em cima do rival. Mas o confronto já havia sido decido antes, na partida de ida...
Isso mesmo. No Morumbi o São Paulo começou melhor, abriu o placar e teve ótimas chances de fazer 2 ou 3 no adversário. Não fez. E o que aconteceu? Lucio foi estupidamente expulso. Se tivesse que indicar um vilão, apontaria o zagueiro do penta como maior culpado. Dos 180 minutos do duelo, em 30 o Tricolor foi forte, melhor, muito superior, mas nos 150 restantes apenas apanhou, como o boxeador citado acima.
ATO II - Bruno toma um frango homérico
O Palmeiras trouxe do México um bom resultado na teoria, empate sem gols. Ouvi de um palmeirense a frase "já era, estamos classificados" após a partida em Tijuana. Ledo engano. Nada estava decidido, pois não levar gol em casa foi um grande trunfo mexicano.
No jogo de volta, no Pacaembu, a torcida Palmeirense preparou a festa e prometia empurrar o time à vitória, como havia feito nas três partidas da primeira fase em casa. Porém, não esperavam que o goleiro Bruno iria tomar um frango homérico. Inacreditável. Quem tirou os olhos da Tv por 5 segundos perdeu um lance bizarro ao vivo.
Em um chute fraco e sem força do atacante Reascos, Bruno fez o inacreditável e levou por debaixo das pernas. Ali, o torcedor sentiu que a vaca estava indo pro brejo. No segundo tempo, o pior aconteceu quando o Tijuana fez um golaço, de fora da área. 2 a 0 praticamente eliminava o Palmeiras. E, dali pra frente, o Pacaembu se calou.
O Palmeiras ainda diminuiria com um gol de pênalti cobrado por Souza. Penalidade essa que sou convicto em dizer, não aconteceu. A esperança era verde, até que a arbitragem anulou um gol legal palestrino, que empataria a partida. Daí para frente, foi só esperar o jogo acabar para decretar a segunda eliminação paulista no torneio.
ATO III - Um "assalto a mão armada" de Carlos Amarilla
Após perder por 1 a 0 na partida de ida, no Estádio La Bombonera, em Buenos Aires, o Timão precisava vencer o Boca por dois gols de diferença sem, principalmente, sofrer gols. O Boca ia melhor no primeiro tempo, mas contou com uma grande ajuda do árbitro Carlos Amarilla.
Primeiramente, Amarilla não marcou um pênalti claro quando o jogador do Boca enfiou a mão na bola. Além do penal (não marcado) o juiz teria que expulsar o jogador argentino, o que facilitaria muito a vida corintiana. Minutos depois, Romarinho fez um gol legal após rebote do goleiro Orión. Porém, o bandeirinha viu impedimento totalmente inexistente.
O que poderia ser interpretado como um equívoco de um árbitro e de um bandeira ficou pior quando Juan Román Riquelme da lateral fez um gol épico em Cássio. Sinceramente, ninguém imaginaria que o camisa 10 do Boca colocaria a bola lá, no ângulo.
O jogo voltou do intervalo e o Timão precisava fazer três gols para se classificar. Danilo teve a primeira chance com 1 minuto, mas Orión fez defesa milagrosa. Poucos minutos depois, Paulinho fez o gol de empate. Faltavam mais de 40 minutos para o término do jogo.
Porém, a bola não entrou. Quando foi para o fundo das rede, o trio de arbitragem anulou muito bem o que seria o segundo gol de Paulinho. Na Tv, a "torcida" da Rede Globo jurou que havia sido marcado impedimento, quando na verdade o camisa 8 do Timão havia cometido uma clara falta no goleiro rival, colocando o cotovelo em seu peito.
Pato teve chance de virar, mas errou o chute de maneira bizarra. Conseguiu "chutar" a bola no próprio pé que havia "arrematado" a gol, e ainda atrapalhou Guerrero, que estava muito melhor colocado Um lance. difícil de imaginar de tão incomum. Émerson Sheik cairia na área mais uma vez, como sempre faz em todos os jogos, mas o árbitro também não marcou.
Fim de jogo, a torcida demonstrou apoio, os jogadores reclamaram e técnico-cínico Tite apenas olhou no fundo do árbitro Carlos Amarilla, mostrando sua insatisfação. O mais fanático corintiano enxergou o jogo como um assalto a mão armada. O mais fanático rival ironizou o time derrotado dizendo que seria essa "a primeira vez que Time do Povo foi atrapalhado pela arbitragem em seus 103 anos de história".
RESUMO
O futebol é um esporte apaixonante por isso. Um ato infeliz de um árbitro, jogador, técnico ou até torcedor, pode mudar todo a história de um campeonato. O Tricolor foi eliminado só por uma atitude infeliz do seu zagueiro? O Verdão caiu apenas porque Bruno errou feio? E o Timão perdeu a chance de ser bi simplesmente porque o árbitro errou em dois lances capitais quando jogo estava 0 a 0? Perguntas que eu prefiro deixar sem resposta, pois a história está escrita. Não adianta chorar!
ATO I - "Lucio estupidamente expulso"
O São Paulo foi o primeiro entre os três clubes da capital a ser eliminado. Alguns fatores foram importantes para culminar na queda tricolor. Deixarei o que acredito ser o mais importante para o final.
Ao se classificar para as oitavas, na bacia das almas, o são-paulino no fundo já sabia que seria difícil passar para as quartas da competição, não só pelo adversário que enfrentaria, o melhor 1º colocado geral, mas também porque o time de Ney Franco não havia encontrado o futebol, em mais de três meses de temporada. Aliás, duvido que até o fim de 2013 ele encontrará, porque do jeito que as coisas andam...
Para azar do destino tricolor, Atlético-MG x São Paulo foi o duelo decidido em um espaço mais curto de tempo. Enquanto alguns times tiveram duas semanas entre seus jogos, Galo e Tricolor tiveram seis dias de intervalo entre o jogo no Morumbi e o duelo no Independência.
Pior do que isso, no meio desse duro confronto havia apenas uma semifinal de Paulista contra o arquirrival Corinthians. Simples, não? Uma eliminação (como de fato aconteceu) só pesaria negativamente na apresentação decisiva em Belo Horizonte.
Encerrando, o São Paulo foi derrotado com requintes de crueldade. Levou um 4 a 1, como aquele boxeador que enfrenta o seu adversário e bate nele até o final do duelo, pelo prazer de passar em cima do rival. Mas o confronto já havia sido decido antes, na partida de ida...
Isso mesmo. No Morumbi o São Paulo começou melhor, abriu o placar e teve ótimas chances de fazer 2 ou 3 no adversário. Não fez. E o que aconteceu? Lucio foi estupidamente expulso. Se tivesse que indicar um vilão, apontaria o zagueiro do penta como maior culpado. Dos 180 minutos do duelo, em 30 o Tricolor foi forte, melhor, muito superior, mas nos 150 restantes apenas apanhou, como o boxeador citado acima.
ATO II - Bruno toma um frango homérico
O Palmeiras trouxe do México um bom resultado na teoria, empate sem gols. Ouvi de um palmeirense a frase "já era, estamos classificados" após a partida em Tijuana. Ledo engano. Nada estava decidido, pois não levar gol em casa foi um grande trunfo mexicano.
No jogo de volta, no Pacaembu, a torcida Palmeirense preparou a festa e prometia empurrar o time à vitória, como havia feito nas três partidas da primeira fase em casa. Porém, não esperavam que o goleiro Bruno iria tomar um frango homérico. Inacreditável. Quem tirou os olhos da Tv por 5 segundos perdeu um lance bizarro ao vivo.
Em um chute fraco e sem força do atacante Reascos, Bruno fez o inacreditável e levou por debaixo das pernas. Ali, o torcedor sentiu que a vaca estava indo pro brejo. No segundo tempo, o pior aconteceu quando o Tijuana fez um golaço, de fora da área. 2 a 0 praticamente eliminava o Palmeiras. E, dali pra frente, o Pacaembu se calou.
O Palmeiras ainda diminuiria com um gol de pênalti cobrado por Souza. Penalidade essa que sou convicto em dizer, não aconteceu. A esperança era verde, até que a arbitragem anulou um gol legal palestrino, que empataria a partida. Daí para frente, foi só esperar o jogo acabar para decretar a segunda eliminação paulista no torneio.
ATO III - Um "assalto a mão armada" de Carlos Amarilla
Após perder por 1 a 0 na partida de ida, no Estádio La Bombonera, em Buenos Aires, o Timão precisava vencer o Boca por dois gols de diferença sem, principalmente, sofrer gols. O Boca ia melhor no primeiro tempo, mas contou com uma grande ajuda do árbitro Carlos Amarilla.
Primeiramente, Amarilla não marcou um pênalti claro quando o jogador do Boca enfiou a mão na bola. Além do penal (não marcado) o juiz teria que expulsar o jogador argentino, o que facilitaria muito a vida corintiana. Minutos depois, Romarinho fez um gol legal após rebote do goleiro Orión. Porém, o bandeirinha viu impedimento totalmente inexistente.
O que poderia ser interpretado como um equívoco de um árbitro e de um bandeira ficou pior quando Juan Román Riquelme da lateral fez um gol épico em Cássio. Sinceramente, ninguém imaginaria que o camisa 10 do Boca colocaria a bola lá, no ângulo.
O jogo voltou do intervalo e o Timão precisava fazer três gols para se classificar. Danilo teve a primeira chance com 1 minuto, mas Orión fez defesa milagrosa. Poucos minutos depois, Paulinho fez o gol de empate. Faltavam mais de 40 minutos para o término do jogo.
Porém, a bola não entrou. Quando foi para o fundo das rede, o trio de arbitragem anulou muito bem o que seria o segundo gol de Paulinho. Na Tv, a "torcida" da Rede Globo jurou que havia sido marcado impedimento, quando na verdade o camisa 8 do Timão havia cometido uma clara falta no goleiro rival, colocando o cotovelo em seu peito.
Pato teve chance de virar, mas errou o chute de maneira bizarra. Conseguiu "chutar" a bola no próprio pé que havia "arrematado" a gol, e ainda atrapalhou Guerrero, que estava muito melhor colocado Um lance. difícil de imaginar de tão incomum. Émerson Sheik cairia na área mais uma vez, como sempre faz em todos os jogos, mas o árbitro também não marcou.
Fim de jogo, a torcida demonstrou apoio, os jogadores reclamaram e técnico-cínico Tite apenas olhou no fundo do árbitro Carlos Amarilla, mostrando sua insatisfação. O mais fanático corintiano enxergou o jogo como um assalto a mão armada. O mais fanático rival ironizou o time derrotado dizendo que seria essa "a primeira vez que Time do Povo foi atrapalhado pela arbitragem em seus 103 anos de história".
RESUMO
O futebol é um esporte apaixonante por isso. Um ato infeliz de um árbitro, jogador, técnico ou até torcedor, pode mudar todo a história de um campeonato. O Tricolor foi eliminado só por uma atitude infeliz do seu zagueiro? O Verdão caiu apenas porque Bruno errou feio? E o Timão perdeu a chance de ser bi simplesmente porque o árbitro errou em dois lances capitais quando jogo estava 0 a 0? Perguntas que eu prefiro deixar sem resposta, pois a história está escrita. Não adianta chorar!
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terça-feira, 7 de maio de 2013
Com um grande atraso, os jogos de ida dos paulistanos nas oitavas da Libertadores 2013
Planejei escrever sobre as atuações de Palmeiras, Corinthians e São Paulo na última sexta-feira, dia 3.5, mas por questões pessoais não tive tempo de dar aquela atualizada no Blog.
Assim, antes tarde do que nunca, registro aqui o que vi dos três jogos de equipes paulistas: Tijuana 0x0 Palmeiras, Boca Jrs. 1x0 Corinthians e São Paulo 1x2 Atlético-MG.
PALMEIRAS
O Palmeiras voltou do México com um resultado bastante comemorado pela torcida. Não perder é sempre bom, mas o que pode prejudicar é a questão de gols marcados fora. Ou seja, em 90 minutos como visitante, o Verdão não anotou. Ou seja, nos 90 minutos do Pacaembu, sofrer gols pode ter um grande peso.
Não assisti o jogo inteiro, apenas os melhores momentos. Mas acredito que o Tijuana acabou abaixo do que era esperado para um clube que nas três primeiras rodadas da Libertadores tinha 100% de aproveitamento.
A lembrar o jogo Corinthians 3 a 0 Tijuana, pela fase de grupos, acredito que o Palmeiras não vai ter dificuldades para vencer o adversário, que tem bons jogadores e alguma tática, mas em termos de experiência em Libertadores é muito inferior ao Palmeiras.
CORINTHIANS
O Corinthians foi ao La Bombonera e jogou um de seus piores jogos na temporada. Mesmo assim, saiu com a derrota por um placar mínimo, o que é bom e ruim ao mesmo tempo.
Ruim porque a questão do gol marcado fora poderá prejudicar o time caso sofra tentos no Pacaembu, dia 15.8, mas bom para ver que o melhor time do Boca em 2013 contra um dos piores do Corinthians na temporada, resultou em uma vitória apertada dos argentinos. Assim, nada faz crer que o Timão não possa triunfar em casa, classificando-se para as quartas de final.
Analisando o time do Boca, vi uma equipe muito esforçada taticamente, mas fraquíssima em termos técnicos. Vão ter que jogar a vida, como se fosse uma decisão de Libertadores, para sair do Pacaembu classificados. A questão é quem irá sair na frente.
Se o Corinthians abrir o placar, aí será questão de tempo para sair o segundo gol e quem sabe o terceiro ou quarto. Caso o Boca Jrs, por algum milagre do futebol, encontre um gol antes do adversário, aí o jogo ficará totalmente uma guerra de nervos.
SÃO PAULO
Quem assistiu os trinta minutos iniciais do duelo no Morumbi, entre São Paulo e Atlético-MG, ficou com a impressão de que o time de Ney Franco iria passar por cima do adversário. Em menos de 10 minutos o jogo já estava 1 a 0, com um gol de Jádson e em pouco tempo Ademílson perderia várias oportunidades de aumentar.
Porém, tudo mudou com a expulsão de Lucio, após duas entradas desnecessárias e atrasadas nos adversários. Com dois amarelos, ou seja, um vermelho, o xerifão acabou com o próprio time.
Não precisou muito tempo para o Galo empatar com Ronaldinho Gáucho e no segundo tempo, com muita paciência e aproveitando o tamanho do campo, veio a virada com Diego Tardelli.
Nada é impossível no futebol, mas dos três paulistas acredito que o São Paulo é o único que será eliminado, pois o tabu a favor do time mineiro em casa já dura dois anos, e não será esse time sem alma do Morumbi que irá acabar com a alegria atleticana.
Assim, antes tarde do que nunca, registro aqui o que vi dos três jogos de equipes paulistas: Tijuana 0x0 Palmeiras, Boca Jrs. 1x0 Corinthians e São Paulo 1x2 Atlético-MG.
PALMEIRAS
O Palmeiras voltou do México com um resultado bastante comemorado pela torcida. Não perder é sempre bom, mas o que pode prejudicar é a questão de gols marcados fora. Ou seja, em 90 minutos como visitante, o Verdão não anotou. Ou seja, nos 90 minutos do Pacaembu, sofrer gols pode ter um grande peso.
Não assisti o jogo inteiro, apenas os melhores momentos. Mas acredito que o Tijuana acabou abaixo do que era esperado para um clube que nas três primeiras rodadas da Libertadores tinha 100% de aproveitamento.
A lembrar o jogo Corinthians 3 a 0 Tijuana, pela fase de grupos, acredito que o Palmeiras não vai ter dificuldades para vencer o adversário, que tem bons jogadores e alguma tática, mas em termos de experiência em Libertadores é muito inferior ao Palmeiras.
CORINTHIANS
O Corinthians foi ao La Bombonera e jogou um de seus piores jogos na temporada. Mesmo assim, saiu com a derrota por um placar mínimo, o que é bom e ruim ao mesmo tempo.
Ruim porque a questão do gol marcado fora poderá prejudicar o time caso sofra tentos no Pacaembu, dia 15.8, mas bom para ver que o melhor time do Boca em 2013 contra um dos piores do Corinthians na temporada, resultou em uma vitória apertada dos argentinos. Assim, nada faz crer que o Timão não possa triunfar em casa, classificando-se para as quartas de final.
Analisando o time do Boca, vi uma equipe muito esforçada taticamente, mas fraquíssima em termos técnicos. Vão ter que jogar a vida, como se fosse uma decisão de Libertadores, para sair do Pacaembu classificados. A questão é quem irá sair na frente.
Se o Corinthians abrir o placar, aí será questão de tempo para sair o segundo gol e quem sabe o terceiro ou quarto. Caso o Boca Jrs, por algum milagre do futebol, encontre um gol antes do adversário, aí o jogo ficará totalmente uma guerra de nervos.
SÃO PAULO
Quem assistiu os trinta minutos iniciais do duelo no Morumbi, entre São Paulo e Atlético-MG, ficou com a impressão de que o time de Ney Franco iria passar por cima do adversário. Em menos de 10 minutos o jogo já estava 1 a 0, com um gol de Jádson e em pouco tempo Ademílson perderia várias oportunidades de aumentar.
Porém, tudo mudou com a expulsão de Lucio, após duas entradas desnecessárias e atrasadas nos adversários. Com dois amarelos, ou seja, um vermelho, o xerifão acabou com o próprio time.
Não precisou muito tempo para o Galo empatar com Ronaldinho Gáucho e no segundo tempo, com muita paciência e aproveitando o tamanho do campo, veio a virada com Diego Tardelli.
Nada é impossível no futebol, mas dos três paulistas acredito que o São Paulo é o único que será eliminado, pois o tabu a favor do time mineiro em casa já dura dois anos, e não será esse time sem alma do Morumbi que irá acabar com a alegria atleticana.
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segunda-feira, 22 de abril de 2013
Fim da pré-temporada no Paulistinha 2013. Que comece o Paulistão!!!
Após o término da décima nona rodada do Campeonato Paulista 2013, disputada neste último domingo (21.4), com dez jogos, os confrontos das quartas de final foram definidos, com a presença de quatro equipes grandes e quatro do interior. Logo de cara, o torcedor será brindado com um clássico, Santos e Palmeiras.
Assim, dois confrontos serão entre grande vs pequeno, São Paulo x Penapolense e Ponte Preta x Corinthians, e o quarto duelo será entre duas equipes do interior, o Mogi Mirim e o Botafogo, de Ribeirão Preto.
Desta forma, acaba a fase de pré-temporada dos clubes do estado, começando o que pode ser chamado de Paulistão. Cada um dos oito times encaram a competição de uma forma. Dentre os quatro grandes, acredito que o desejo de vencer a competição seja maior para São Paulo e Santos.
O Tricolor por não ganhar desde 2005 a competição, no último ano em que o torneio foi definido em pontos corridos. Já o Santos, tem a chance de conquistar o Tetracampeonato seguido, algo histórico nos dias de hoje, se tratando de Campeonato Paulista.
Ao Corinthians, não imagino que essa competição seja o grande objetivo, uma vez que o clube é o grande favorito ao título da Taça Libertadores 2013. Já para o Verdão, o confronto logo de cara contra o Santos, fora de casa, e uma viagem em seguida para o México, devem esfriar os ânimos dos alviverdes.
Entre os clubes do interior, nenhum terá vida fácil. A Penapolense, estreante em 2013, enfrentará logo de cara o Tricolor, que não teve dificuldades para batê-la na fase de grupo, por 2 a 0 em Penápolis.
Mogi Mirim e Botafogo sonharão até chegar a semifinal, quando enfrentarão Santos ou Palmeiras. Sinceramente, terão que torcer por uma vitória do Palmeiras, pois com toda certeza o Santos não tomará conhecimento de nenhum dos dois caso chegue a semifinal.
Já a Macaca me parece ser a grande favorita do interior. Sinceramente, não duvido que consiga ganhar de Corinthians (venceu no primeiro turno por 1 a 0 no Pacaembu) e também do São Paulo (empataram em 0 a 0 no Morumbi).
Em uma eventual final, disputada em dois jogos, aí a Ponte torceria para não enfrentar o Santos, porque analisando friamente, o time da Vila é favorito contra qualquer clube caso chegue na final. Não só pelo time que tem hoje, mas pelos jogadores já estarem acostumados com esse título.
Assim, dois confrontos serão entre grande vs pequeno, São Paulo x Penapolense e Ponte Preta x Corinthians, e o quarto duelo será entre duas equipes do interior, o Mogi Mirim e o Botafogo, de Ribeirão Preto.
Desta forma, acaba a fase de pré-temporada dos clubes do estado, começando o que pode ser chamado de Paulistão. Cada um dos oito times encaram a competição de uma forma. Dentre os quatro grandes, acredito que o desejo de vencer a competição seja maior para São Paulo e Santos.
O Tricolor por não ganhar desde 2005 a competição, no último ano em que o torneio foi definido em pontos corridos. Já o Santos, tem a chance de conquistar o Tetracampeonato seguido, algo histórico nos dias de hoje, se tratando de Campeonato Paulista.
Ao Corinthians, não imagino que essa competição seja o grande objetivo, uma vez que o clube é o grande favorito ao título da Taça Libertadores 2013. Já para o Verdão, o confronto logo de cara contra o Santos, fora de casa, e uma viagem em seguida para o México, devem esfriar os ânimos dos alviverdes.
Entre os clubes do interior, nenhum terá vida fácil. A Penapolense, estreante em 2013, enfrentará logo de cara o Tricolor, que não teve dificuldades para batê-la na fase de grupo, por 2 a 0 em Penápolis.
Mogi Mirim e Botafogo sonharão até chegar a semifinal, quando enfrentarão Santos ou Palmeiras. Sinceramente, terão que torcer por uma vitória do Palmeiras, pois com toda certeza o Santos não tomará conhecimento de nenhum dos dois caso chegue a semifinal.
Já a Macaca me parece ser a grande favorita do interior. Sinceramente, não duvido que consiga ganhar de Corinthians (venceu no primeiro turno por 1 a 0 no Pacaembu) e também do São Paulo (empataram em 0 a 0 no Morumbi).
Em uma eventual final, disputada em dois jogos, aí a Ponte torceria para não enfrentar o Santos, porque analisando friamente, o time da Vila é favorito contra qualquer clube caso chegue na final. Não só pelo time que tem hoje, mas pelos jogadores já estarem acostumados com esse título.
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domingo, 21 de abril de 2013
Palmeiras é derrotado, mas garante a liderança do seu grupo; Oitavas de final tem seus confrontos decididos
O Palmeiras foi ao Peru nesta última quinta feira (18.4) enfrentar o já eliminado Cervejeiro, o Sporting Cristal, precisando vencer para garantir o primeiro lugar do grupo 2, ou então (a princípio) secar o Libertad, do Paraguai.
Com o resultado da partida, 1 a 0 para os peruanos, tanto Libertad quanto Tigre, da Argentina, tinham condições de ultrapassar o alviverde. Uma simples vitória paraguaia garantia a liderança do grupo. Já o Tigre teria que vencer por três gols de diferença para ultrapassar o Verdão no saldo de gols.
Com um jogador a menos desde os 30 minutos da etapa inicial, quando o Tigre converteu um pênalti e aumentou a vantagem para 3 a 1, o Libertad já estava praticamente eliminado da competição. Mas coube ao time de Assunção, com um gol aos 47 minutos do segundo tempo, dar ao Palmeiras a vaga no primeiro grupo. Placar final, 5 a 3 para o Tigre.
Não farei uma análise do jogo do Verdão, por não ter assistido a partida, mas o que me parece, olhando de longe, é que o time segue com problemas para jogar fora de casa, completando três derrotas em três confrontos, quatro gols sofridos e nenhum anotado.
OITAVAS DE FINAL
Terminado os jogos do grupo 8, que classificou Fluminense e Grêmio, o público pode conhecer os duelos da próxima fase e o chaveamento. Curiosamente, os dois clubes brasileiros acima citados, ficaram na parte mais fraca da chave, onde terão a companhia de Nacional, Garcilaso, Emelec, Independiente, Tigre e Olimpia.
Enquanto Atlético-MG, São Paulo, Palmeiras e Corinthians ficaram na chave mais forte, com a presença ainda de Tijuana, Boca Juniors, Vélez Sarsfield e Newell's Old Boys. Quatro brasileiros, três argentinos e um mexicano, os Xolos, que ainda é uma grande incógnita na competição.
Confira abaixo os confrontos das oitavas, com o chaveamento das próximas fases:
CHAVE A
São Paulo x Atlético-MG: 20:15 - 02/05 (quinta feira)
Atlético-MG x São Paulo: 22:00 - 08/05 (quarta feira)
CHAVE B
Tijuana x Palmeiras: 22:30 - 30/04 (terça feira)
Palmeiras x Tijuana: 22:00 - 14/05 (terça feira)
CHAVE C
Boca Jrs. x Corinthians: 21:50 - 01/05 (quarta feira)
Corinthians x Boca Jrs.: 22:00 - 15/05 (quarta feira)
CHAVE D
Newell's x Vélez: 21:15 - 24/04 (quarta feira)
Vélez x Newell's: 19:30 - 14/05 (terça feira)
CHAVE E
Grêmio x Independiente: 19:30 - 01/05 (quarta feira)
Independiente x Grêmio: 22:00 - 07/05 (terça feira)
CHAVE F
Garcilaso x Nacional: 22:15 - 25/04 (quinta feira)
Nacional x Garcilaso: 21:15 - 09/05 (quinta feira)
CHAVE G
Tigre x Olimpia: 20:15 - 30/04 (terça feira)
Olimpia x Tigre: 21:15 - 16/05 (quinta feira)
CHAVE H
Emelec x Fluminense: 22:30 - 02/05 (quinta feira)
Fluminense x Emelec: 22:00 - 08/05 (quarta feira)
QUARTAS DE FINAL
JOGO 1) CHAVE A X CHAVE B
JOGO 2) CHAVE C X CHAVE D
JOGO 3) CHAVE E X CHAVE F
JOGO 4) CHAVE G X CHAVE H
SEMIFINAIS
JOGO 1 X JOGO 2
JOGO 3 X JOGO 4
Com o resultado da partida, 1 a 0 para os peruanos, tanto Libertad quanto Tigre, da Argentina, tinham condições de ultrapassar o alviverde. Uma simples vitória paraguaia garantia a liderança do grupo. Já o Tigre teria que vencer por três gols de diferença para ultrapassar o Verdão no saldo de gols.
Com um jogador a menos desde os 30 minutos da etapa inicial, quando o Tigre converteu um pênalti e aumentou a vantagem para 3 a 1, o Libertad já estava praticamente eliminado da competição. Mas coube ao time de Assunção, com um gol aos 47 minutos do segundo tempo, dar ao Palmeiras a vaga no primeiro grupo. Placar final, 5 a 3 para o Tigre.
Não farei uma análise do jogo do Verdão, por não ter assistido a partida, mas o que me parece, olhando de longe, é que o time segue com problemas para jogar fora de casa, completando três derrotas em três confrontos, quatro gols sofridos e nenhum anotado.
OITAVAS DE FINAL
Terminado os jogos do grupo 8, que classificou Fluminense e Grêmio, o público pode conhecer os duelos da próxima fase e o chaveamento. Curiosamente, os dois clubes brasileiros acima citados, ficaram na parte mais fraca da chave, onde terão a companhia de Nacional, Garcilaso, Emelec, Independiente, Tigre e Olimpia.
Enquanto Atlético-MG, São Paulo, Palmeiras e Corinthians ficaram na chave mais forte, com a presença ainda de Tijuana, Boca Juniors, Vélez Sarsfield e Newell's Old Boys. Quatro brasileiros, três argentinos e um mexicano, os Xolos, que ainda é uma grande incógnita na competição.
Confira abaixo os confrontos das oitavas, com o chaveamento das próximas fases:
CHAVE A
São Paulo x Atlético-MG: 20:15 - 02/05 (quinta feira)
Atlético-MG x São Paulo: 22:00 - 08/05 (quarta feira)
CHAVE B
Tijuana x Palmeiras: 22:30 - 30/04 (terça feira)
Palmeiras x Tijuana: 22:00 - 14/05 (terça feira)
CHAVE C
Boca Jrs. x Corinthians: 21:50 - 01/05 (quarta feira)
Corinthians x Boca Jrs.: 22:00 - 15/05 (quarta feira)
CHAVE D
Newell's x Vélez: 21:15 - 24/04 (quarta feira)
Vélez x Newell's: 19:30 - 14/05 (terça feira)
CHAVE E
Grêmio x Independiente: 19:30 - 01/05 (quarta feira)
Independiente x Grêmio: 22:00 - 07/05 (terça feira)
CHAVE F
Garcilaso x Nacional: 22:15 - 25/04 (quinta feira)
Nacional x Garcilaso: 21:15 - 09/05 (quinta feira)
CHAVE G
Tigre x Olimpia: 20:15 - 30/04 (terça feira)
Olimpia x Tigre: 21:15 - 16/05 (quinta feira)
CHAVE H
Emelec x Fluminense: 22:30 - 02/05 (quinta feira)
Fluminense x Emelec: 22:00 - 08/05 (quarta feira)
QUARTAS DE FINAL
JOGO 1) CHAVE A X CHAVE B
JOGO 2) CHAVE C X CHAVE D
JOGO 3) CHAVE E X CHAVE F
JOGO 4) CHAVE G X CHAVE H
SEMIFINAIS
JOGO 1 X JOGO 2
JOGO 3 X JOGO 4
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Paulistinha 2013 chega à reta final da primeira fase; Próxima rodada define confrontos do Paulistão 2013
Após 18 rodadas onde os quatro grandes do Estado de S.Paulo tiveram tempo de fazer sua pré-temporada, com três deles disputando a Libertadores simultaneamente, o Campeonato Paulista se aproxima da fase aonde ele se transforma em Paulistão, deixando de ser Paulistinha.
Com um regulamento esdrúxulo, onde 20 clubes disputam 19 rodadas, para que oito deles disputem as quartas de final do campeonato, é (quase) praticamente impossível que o quarteto formado por Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo fique de fora da fase de mata-mata.
Após os duelos desse último fim de semana, sete clubes já estão garantidos: São Paulo, Ponte Preta, Mogi Mirim, Santos, Palmeiras, Corinthians e Botafogo-SP. Penapolense e Linense disputarão a última vaga.
Destes clubes, apenas o São Paulo tem seu confronto quase definido nas quartas de final, onde muito provavelmente enfrentará provavelmente o Penapolense, ou talvez o Linense. Em último caso, o Tricolor enfrenta o Botafogo, caso o Tricolor de Ribeirão Preto perca e a Penapolense ganhe do Santos, algo difícil de se imaginar.
Com uma campanha digna de clube de ponta do estado, o que a torna a quinta força paulista, a Ponte Preta tem tudo para garantir a segunda posição geral, enfrentando um clube do interior, no momento o Botafogo. Assim, restando quatro posições e três grandes, é muito provável que tenhamos um clássico já no início do Paulistão.
Se acabasse hoje, ou se os clubes não alterarem de posições, o Santos receberia o Palmeiras, enquanto o Corinthians viajaria para enfrentar o Mogi Mirim. O Timão cairia na chave de Ponte e Botafogo, enquanto Peixe e Verdão estariam na chave do São Paulo.
Fato é que tivemos que esperar 18 rodadas (com clássicos mornos) para que o campeonato se tornasse atrativo. Apenas a décima nona terá alguma graça, que já os jogos serão simultâneos, ou seja, a cada momento a classificação pode ser alterada.
Olhando o formato de outros campeonatos, podemos dizer que além de mais chato (disparado) o Paulista consegue ter menos emoção, pois mesmo com mata-mata no final, sabemos que só haverá emoção quando os 4 grandes se enfrentarem.
Campeonatos como Carioca ou Gaúcho, com duas fases de mata-mata, são muito mais interessantes que o Paulistinha. Escolhendo aleatoriamente, até o Maranhense, ou o Amazonense conseguem ser mais emocionantes, com dois turnos e semifinais e finais em cada um deles.
Ou a Federação Paulista de Futebol altera o formato, diminuindo também o número de participantes, ou cada vez será menos o interesse do torcedor paulista pelo estadual, cansativo e longo, com 80% (talvez 90%) de seus jogos chatos e sem muita importância.
Com um regulamento esdrúxulo, onde 20 clubes disputam 19 rodadas, para que oito deles disputem as quartas de final do campeonato, é (quase) praticamente impossível que o quarteto formado por Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo fique de fora da fase de mata-mata.
Após os duelos desse último fim de semana, sete clubes já estão garantidos: São Paulo, Ponte Preta, Mogi Mirim, Santos, Palmeiras, Corinthians e Botafogo-SP. Penapolense e Linense disputarão a última vaga.
Destes clubes, apenas o São Paulo tem seu confronto quase definido nas quartas de final, onde muito provavelmente enfrentará provavelmente o Penapolense, ou talvez o Linense. Em último caso, o Tricolor enfrenta o Botafogo, caso o Tricolor de Ribeirão Preto perca e a Penapolense ganhe do Santos, algo difícil de se imaginar.
Com uma campanha digna de clube de ponta do estado, o que a torna a quinta força paulista, a Ponte Preta tem tudo para garantir a segunda posição geral, enfrentando um clube do interior, no momento o Botafogo. Assim, restando quatro posições e três grandes, é muito provável que tenhamos um clássico já no início do Paulistão.
Se acabasse hoje, ou se os clubes não alterarem de posições, o Santos receberia o Palmeiras, enquanto o Corinthians viajaria para enfrentar o Mogi Mirim. O Timão cairia na chave de Ponte e Botafogo, enquanto Peixe e Verdão estariam na chave do São Paulo.
Fato é que tivemos que esperar 18 rodadas (com clássicos mornos) para que o campeonato se tornasse atrativo. Apenas a décima nona terá alguma graça, que já os jogos serão simultâneos, ou seja, a cada momento a classificação pode ser alterada.
Olhando o formato de outros campeonatos, podemos dizer que além de mais chato (disparado) o Paulista consegue ter menos emoção, pois mesmo com mata-mata no final, sabemos que só haverá emoção quando os 4 grandes se enfrentarem.
Campeonatos como Carioca ou Gaúcho, com duas fases de mata-mata, são muito mais interessantes que o Paulistinha. Escolhendo aleatoriamente, até o Maranhense, ou o Amazonense conseguem ser mais emocionantes, com dois turnos e semifinais e finais em cada um deles.
Ou a Federação Paulista de Futebol altera o formato, diminuindo também o número de participantes, ou cada vez será menos o interesse do torcedor paulista pelo estadual, cansativo e longo, com 80% (talvez 90%) de seus jogos chatos e sem muita importância.
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sexta-feira, 12 de abril de 2013
Palmeiras vence Libertad no sufoco e está no mata-mata da Libertadores; 5 vagas ainda estão abertas para próxima fase
O Palmeiras segue até o momento a cartilha ideal para um clube que quer se classificar para a fase de mata-mata de uma Taça Libertadores: fazer com sucesso a lição de casa. Assim, com a terceira vitória em casa - 1 a 0, sobre o Libertad, no Pacaembu - o Verdão garantiu vaga na próxima fase da competição.
Em um jogo que realçou a principal qualidade do time de Gilson Kleina, a entrega de todo o elenco, o time de paulistano foi cirúrgico, encontrando o gol em um lance isolado no segundo tempo, quando Wesley chutou fraco de fora da área, a bola sobrou nos pés de Charles que bateu para o gol.
Em seguida, para deixar a adrenalina em alta na partida, Wesley, que deu a "assistência" do gol, foi expulso, deixando o time por mais da metade do segundo tempo com 10 jogadores em campo. Bem posicionado, com todos os jogadores na defesa, o Palmeiras pouco sofreu com o ataque paraguaio e garantiu os três pontos.
Com o resultado, o Verdão está classificado para a próxima fase, com 9 pontos, pois Libertad (2) com 8 pontos e Tigre com 6 se enfrentam, ou seja, apenas um dos dois pode ultrapassá-lo, e o Sporting Cristal, com 5 pontos conquistados, já está eliminado.
5 VAGAS PARA 11 EQUIPES
Ainda restam cinco vagas em disputa para a disputa do mata-mata (dez jogos), que terá os 16 melhores classificados da fase de grupos. No Grupo 2, Libertad e Tigre se enfrentam no Paraguai. Quem vencer se classifica, o empate classifica o Libertad.
No Grupo 3, The Strongest, São Paulo e Arsenal Sarandí disputam a segunda vaga do grupo, que tem o melhor primeiro colocado, o Atlético-MG. Como explicado a dois posts atrás, o Tricolor se classifica se vencer e o Strongest não triunfar, podendo um empate entre Arsenal x The Strongest levar o segundo colocado a ser conhecido por sorteio.
Pelo Grupo 6, Real Garcilaso e Tolima disputam a segunda vaga, já que Independiente Santa Fé já está garantido. O Real precisa de um empate contra o Santa Fé na Colômbia para se classificar e não ter que se preocupar com o jogo Cerro Porteño x Tolima. Já o Tolima, se classifica se vencer e o Santa Fé também triunfar.
Por fim, no Grupo 8, em teoria (e na prática após 5 rodadas) o mais equilibrado da competição, todas as quatro equipes estão na disputa. Na última rodada, o Fluminense recebe o Caracas e o Huachipato, do Chile, recebe o Grêmio. Quem triunfar se classifica em qualquer um dos jogos. Fluminense e Grêmio se classificam em caso de empate em seus jogos.
11 CLASSIFICADOS
Grupo 1
Nacional (URU)
Boca Juniors (ARG)
Grupo 2
Palmeiras (BRA)
Grupo 3
Atlético-MG (BRA)
Grupo 4
Vélez (ARG)
Emelec (EQU)
Grupo 5
Corinthians (BRA)
Tijuana (MEX)
Grupo 6
Santa Fé (COL)
Grupo 7
Olímpia (PAR)
Newell's Old Boys (ARG)
Em um jogo que realçou a principal qualidade do time de Gilson Kleina, a entrega de todo o elenco, o time de paulistano foi cirúrgico, encontrando o gol em um lance isolado no segundo tempo, quando Wesley chutou fraco de fora da área, a bola sobrou nos pés de Charles que bateu para o gol.
Em seguida, para deixar a adrenalina em alta na partida, Wesley, que deu a "assistência" do gol, foi expulso, deixando o time por mais da metade do segundo tempo com 10 jogadores em campo. Bem posicionado, com todos os jogadores na defesa, o Palmeiras pouco sofreu com o ataque paraguaio e garantiu os três pontos.
Com o resultado, o Verdão está classificado para a próxima fase, com 9 pontos, pois Libertad (2) com 8 pontos e Tigre com 6 se enfrentam, ou seja, apenas um dos dois pode ultrapassá-lo, e o Sporting Cristal, com 5 pontos conquistados, já está eliminado.
5 VAGAS PARA 11 EQUIPES
Ainda restam cinco vagas em disputa para a disputa do mata-mata (dez jogos), que terá os 16 melhores classificados da fase de grupos. No Grupo 2, Libertad e Tigre se enfrentam no Paraguai. Quem vencer se classifica, o empate classifica o Libertad.
No Grupo 3, The Strongest, São Paulo e Arsenal Sarandí disputam a segunda vaga do grupo, que tem o melhor primeiro colocado, o Atlético-MG. Como explicado a dois posts atrás, o Tricolor se classifica se vencer e o Strongest não triunfar, podendo um empate entre Arsenal x The Strongest levar o segundo colocado a ser conhecido por sorteio.
Pelo Grupo 6, Real Garcilaso e Tolima disputam a segunda vaga, já que Independiente Santa Fé já está garantido. O Real precisa de um empate contra o Santa Fé na Colômbia para se classificar e não ter que se preocupar com o jogo Cerro Porteño x Tolima. Já o Tolima, se classifica se vencer e o Santa Fé também triunfar.
Por fim, no Grupo 8, em teoria (e na prática após 5 rodadas) o mais equilibrado da competição, todas as quatro equipes estão na disputa. Na última rodada, o Fluminense recebe o Caracas e o Huachipato, do Chile, recebe o Grêmio. Quem triunfar se classifica em qualquer um dos jogos. Fluminense e Grêmio se classificam em caso de empate em seus jogos.
11 CLASSIFICADOS
Grupo 1
Nacional (URU)
Boca Juniors (ARG)
Grupo 2
Palmeiras (BRA)
Grupo 3
Atlético-MG (BRA)
Grupo 4
Vélez (ARG)
Emelec (EQU)
Grupo 5
Corinthians (BRA)
Tijuana (MEX)
Grupo 6
Santa Fé (COL)
Grupo 7
Olímpia (PAR)
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quinta-feira, 4 de abril de 2013
Palmeiras vence e assume a vice-liderança do grupo 2; Na Colômbia, Corinthians vence, se classifica e é líder do grupo 5
Os dois paulistas que já jogaram nesta semana pela Taça Libertadores 2013, foram muito bem e venceram seus duelos. No Pacaembu o Verdão não tomou conhecimento do Tigre e, sem dificuldades, fez 2 a 0 no adversário. Já em Bogotá, o Timão soube enfrentar as adversidades e venceu o Millonarios por 1 a 0.
Agora, resta ao terceiro paulista que disputa a Libertadores, o São Paulo, vencer nesta quinta-feira e conquistar o "triplete" para o Trio de Ferro Paulista. Assim como não acreditava nas vitórias de Palmeiras e Corinthians, sigo sem acreditar em um triunfo Tricolor hoje à noite, em La Paz, contra o Strongest.
02.4
O Palmeiras encontrou no Pacaembu um adversário fraco, que viajou a São Paulo apenas para brigar, e uma torcida inflamada lhe apoiando. Foram ao estádio Municipal mais de 20 mil alviverdes, que apoiaram os 90 minutos, como todo time merece. O apoio das arquibancadas foi muito bem retribuído.
Porém, para que o Verdão conquistasse a vitória, foi necessário o acaso ajudar o criticado Gilson Kleina. Patrick Vieira, que para mim é um dos melhores jogadores da base palestrina, resolveu o problema do treinador. Como? Se machucando. Triste, porém foi isso que definiu o jogo para o time da casa.
O técnico do Palmeiras colocou em seu lugar o atacante Caio, o que mudou o esquema do time para 2 atacantes. Com as palavras "Entra e defini a partida", Kleina foi preciso e sortudo, pois foi Caio, em noite inspirada, quem desmontou a defesa argentina e deu duas assistências para os dois tentos do Alviverde.
No primeiro tempo, Caio cruzou para Vinicius abrir o placar. Na etapa final, o atacante repetiu a dose dando passe açucarado para Charles, que acertou um chute bem colocado. Placar justíssimo, que mantem o Verdão bem na disputa.
Com o jogo perdido, o Tigres mostrou a sua real face. Abriu a caixa de ferramentas e demonstrou que não é um time de futebol, mas sim um bando de encrenqueiros, que caíram de para-quedas na competição Sul Americana.
Com a vitória, o Palmeiras sobe para o segundo lugar do grupo 2, com 6 pontos. O Libertad segue na liderança com 8, enquanto Sporting Cristal cai para terceiro, com 5 pontos e o Tigre fica na lanterna, com 3.
03.4
O Corinthians viajou para a Colômbia, onde um empate já seria um resultado interessante. Porém, frio e calculista, o time de Tite conseguiu mais. Saiu com uma vitória, repetindo o que o Tijuana havia feito na primeira rodada, ao vencer o Millonarios por uma vantagem mínima de 1 gol.
O autor do tento vitorioso foi Danilo, que se mostra cada vez mais decisivo. Após marcar um golaço no Morumbi, no último domingo, contra o São Paulo, pelo Paulista, "Zidanilo" fez o gol da vitória arriscando um ótimo chute rasteiro de fora da área. O goleiro mal viu por onde a "pelota" havia passado.
O que vale destacar do jogo, é que o Corinthians não vem fazendo grandes atuações em 2013, mas quando é para decidir, o time sempre acha os gols na hora certa. Prêmio para Tite, que montou esse time ao seu estilo. Jogando sempre com a certeza que na hora certa, a bola vai balançar a rede a seu favor.
Com a vitória Alvinegra, o grupo 5 teve os dois classificados já definidos: Corinthians e Tijuana, ambos com 10 pontos. Os dois jogarão em casa na rodada final, em que aquele que vencer pela maior diferença e bater o adversário no saldo de gols, ficará com a primeira colocação no grupo.
No momento, a vantagem no saldo é do Timão, com 5 gols de saldo contra 3 dos Xolos. Apesar de o Corinthians enfrentar o terceiro colocado, San José, e o Tijuana enfrentar o lanterna Millonarios, acredito que a diferença da vitória mexicana não irá superar a do time brasileiro, deixando a liderança com o time de Parque São Jorge.
Agora, resta ao terceiro paulista que disputa a Libertadores, o São Paulo, vencer nesta quinta-feira e conquistar o "triplete" para o Trio de Ferro Paulista. Assim como não acreditava nas vitórias de Palmeiras e Corinthians, sigo sem acreditar em um triunfo Tricolor hoje à noite, em La Paz, contra o Strongest.
02.4
O Palmeiras encontrou no Pacaembu um adversário fraco, que viajou a São Paulo apenas para brigar, e uma torcida inflamada lhe apoiando. Foram ao estádio Municipal mais de 20 mil alviverdes, que apoiaram os 90 minutos, como todo time merece. O apoio das arquibancadas foi muito bem retribuído.
Porém, para que o Verdão conquistasse a vitória, foi necessário o acaso ajudar o criticado Gilson Kleina. Patrick Vieira, que para mim é um dos melhores jogadores da base palestrina, resolveu o problema do treinador. Como? Se machucando. Triste, porém foi isso que definiu o jogo para o time da casa.
O técnico do Palmeiras colocou em seu lugar o atacante Caio, o que mudou o esquema do time para 2 atacantes. Com as palavras "Entra e defini a partida", Kleina foi preciso e sortudo, pois foi Caio, em noite inspirada, quem desmontou a defesa argentina e deu duas assistências para os dois tentos do Alviverde.
No primeiro tempo, Caio cruzou para Vinicius abrir o placar. Na etapa final, o atacante repetiu a dose dando passe açucarado para Charles, que acertou um chute bem colocado. Placar justíssimo, que mantem o Verdão bem na disputa.
Com o jogo perdido, o Tigres mostrou a sua real face. Abriu a caixa de ferramentas e demonstrou que não é um time de futebol, mas sim um bando de encrenqueiros, que caíram de para-quedas na competição Sul Americana.
Com a vitória, o Palmeiras sobe para o segundo lugar do grupo 2, com 6 pontos. O Libertad segue na liderança com 8, enquanto Sporting Cristal cai para terceiro, com 5 pontos e o Tigre fica na lanterna, com 3.
03.4
O Corinthians viajou para a Colômbia, onde um empate já seria um resultado interessante. Porém, frio e calculista, o time de Tite conseguiu mais. Saiu com uma vitória, repetindo o que o Tijuana havia feito na primeira rodada, ao vencer o Millonarios por uma vantagem mínima de 1 gol.
O autor do tento vitorioso foi Danilo, que se mostra cada vez mais decisivo. Após marcar um golaço no Morumbi, no último domingo, contra o São Paulo, pelo Paulista, "Zidanilo" fez o gol da vitória arriscando um ótimo chute rasteiro de fora da área. O goleiro mal viu por onde a "pelota" havia passado.
O que vale destacar do jogo, é que o Corinthians não vem fazendo grandes atuações em 2013, mas quando é para decidir, o time sempre acha os gols na hora certa. Prêmio para Tite, que montou esse time ao seu estilo. Jogando sempre com a certeza que na hora certa, a bola vai balançar a rede a seu favor.
Com a vitória Alvinegra, o grupo 5 teve os dois classificados já definidos: Corinthians e Tijuana, ambos com 10 pontos. Os dois jogarão em casa na rodada final, em que aquele que vencer pela maior diferença e bater o adversário no saldo de gols, ficará com a primeira colocação no grupo.
No momento, a vantagem no saldo é do Timão, com 5 gols de saldo contra 3 dos Xolos. Apesar de o Corinthians enfrentar o terceiro colocado, San José, e o Tijuana enfrentar o lanterna Millonarios, acredito que a diferença da vitória mexicana não irá superar a do time brasileiro, deixando a liderança com o time de Parque São Jorge.
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terça-feira, 2 de abril de 2013
Semana decisiva para os três clubes paulistas na Taça Libertadores 2013
Palmeiras, Corinthians e São Paulo terão uma semana importantíssima na disputa por uma vaga nas oitavas de final da Taça Libertadores 2013. Cada qual com desafios muito diferentes.
02.4.2013
Nesta terça (hoje) o Verdão receberá no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (o meu, o seu, o nosso, o Pa-ca-em-bu) o Tigre da Argentina, em partida válida pelo Grupo 2 da competição sul-americana.
Com uma partida a menos que Libertad, líder com 8 pontos, e Sporting Cristal, segundo lugar com 5, Palmeiras e Tigre fazem um jogo decisivo nas pretensões de ambos, que aparecem na classificação com 3 pontos conquistados.
Apesar de não atravessar uma fase boa, com vários jogadores lesionados e muita desconfiança por parte da torcida, o Verdão é franco favorito para vencer o jogo e terminar a 4a rodada do grupo na vice-liderança.
Basta o time de Gilson Kleina jogar 90 minutos focado na "decisão" e não cair na catimba argentina, que sinceramente é a arma mais eficaz do time hermano, além do meio campista Ruben Botta, único jogador diferenciado da equipe.
03.4.2013
Já pelo Grupo 5 da Taça Libertadores 2013, o Corinthians tem a "dura" tarefa da enfrentar o Millonarios na Colômbia. Lá, a altitude (cerca de 2.600 metros) e a torcida, Los Millos, podem ajudar o time da casa contra o poderoso campeão mundial e sul-americano.
Mas, sinceramente, creio que o time de Tite irá saber enfrentar essas dificuldades e conseguirá trazer um bom resultado. Basta ver que, até o momento, o time colombiano apenas venceu uma partida na competição, em casa contra o fraco San José de Oruro (Bolívia).
Por isso, coloquei logo no início que a tarefa alvinegra seria dura entre aspas, pois aquele Millonarios, que na Copa Sul Americana praticamente aniquilava seus adversários no El Campín (caso de Palmeiras e Grêmio), hoje já não é o mesmo.
Dependendo do resultado de San José x Tijuana, que jogarão também na quarta feira, mais cedo, às 19h45, o Timão poderá até se isolar na liderança, o que seria praticamente garantir o primeiro lugar do grupo.
04.4.2013
Na quinta feira, o São Paulo encerra a participação dos times paulistas nesta semana, com o duelo mais difícil de todos. O time do Morumbi subirá a "serra" para enfrentar o The Strongest, em La Paz, nos 3.600 metros de altitude.
O The Strongest aparece literalmente com o "mais forte" time boliviano dos últimos tempos, muito bem montado pelo experiente técnico Eduardo Villegas, que soube dar um ótimo padrão tático ao seu time, encabeçado pelo rodado atacante Pablo Escobar.
Assim, prever qualquer resultado é impossível. Se o São Paulo jogar o que vem jogando na competição, não tenho dúvidas que será preza fácil, pois infelizmente lhe faltará fôlego na hora certa.
Se o time se superar e jogar como se fosse a decisão da vida, aí poderá ter alguma chance, desde que o The Strongest não esteja em um dia inspirado.
Importante também será o resultado de Atlético-MG x Arsenal Sarandí, que se enfrentarão na noite anterior. Líder com 12 pontos, o Galo joga para, teoricamente, garantir a melhor colocação na chave de mata-mata, enquanto o Arsenal, com os mesmos 4 pontos do São Paulo, tentará sair com uma improvável vitória do Independência.
Palpites
Não costumo palpitar sobre resultados mas dessa vez, pela importância dos três confrontos, vou deixar aqui registrada minha sensação: Três empates.
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quinta-feira, 28 de março de 2013
Título em má hora. Será que existe isso?
O Palmeiras teve um ano de 2012 muito contraditório. O time que saiu da fila de títulos importantes (a nível nacional/internacional) ao conquistar a Copa Kia do Brasil do ano, foi praticamente o mesmo que repetiu o indigesto rebaixamento para a Série B do Brasileiro.
Me lembro como se fosse hoje a euforia dos torcedores alviverdes, ali na altura do número 1800 da Rua Turiassú, no dia 5 de julho, quando o Palmeiras venceu o Coritiba por 2x0 o jogo de ida da final, realizado na Arena Barueri.
Os torcedores mostraram uma prévia do que aconteceria na semana seguinte, quando fecharam completamente a rua para comemorar o título, e até a polícia entrou em ação, com balas de borracha para esvaziar o local.
Porém, o fato importante que venho destacar aqui, é a respeito daquele resultado do dia 5 de julho, ou então outro, o do dia 16 de junho, quando o Palmeiras venceu o Grêmio por 2x0 no jogo de ida da semifinal, disputado no Olímpico, em Porto Alegre.
Em ambas as vitórias, que praticamente mataram os duelos, o Palmeiras viu o resultado cair do céu. Foram duas vitórias totalmente enganosas, que iludiram o torcedor.
Em Porto Alegre, Hernán Barcos achou dois gols nos minutos finais do embate. Em Barueri, o Coritiba teve todas as chances do mundo para fazer 2x0 ou até 3, ainda no primeiro tempo. Não o fez, e no segundo tempo o Palmeiras encontrou dois gols, como ocorrera no RS.
Coincidência do destino, nas duas decisões (a da semifinal e a da final), o Palmeiras saiu vencedor com empates por 1x1. Foi tudo milimetricamente traçado pelos Deuses do futebol para que o Verdão fosse campeão.
Qual o mal disso? A ressaca. Ressaca essa que, indiretamente, dura até hoje. 9 meses depois, o Palmeiras segue no buraco da última década. Assim, repito a pergunta da postagem: Existe momento errado para ser campeão?
O Palmeiras mostrou que sim. O título veio, mas não ajudou em nada o clube. O torcedor que comemorou efusivamente aquela conquista, hoje lamenta ter que disputar a Série B em 2013. Lamenta ainda mais o resultado desta quarta-feira, dia 27.3, pelo Campeonato Paulista.
Algo que não acontecia desde 2011 se repetiu. Uma goleada daquelas para deixar qualquer torcedor envergonhado. O Palmeiras foi a Mirassol, enfrentar o time da casa, e logo no primeiro tempo o placar apontava 6x2 para o time mandante. Por "sorte" (será que existe isso?) o jogou terminou assim, apenas 6x2. Infelizmente parece ser normal esses resultados vexatórios ocorrerem.
É preocupante a situação da Sociedade Esportiva Palmeiras, que irá completar 100 anos em 2014. Em uma análise que também já fiz antes, o ótimo jornalista Antero Grecco concluiu ontem, no Sports Center, da ESPN, que o Palmeiras, com exceção da Era Parmalat, parou na década de 1970.
De lá para cá (1977 até 2013), tirando os anos dourados da parceria com a empresa de laticínios, foram apenas um Paulista em 2008 e uma Copa do Brasil em 2012 conquistados pelo time. Muito pouco para o time de tamanha grandeza.
A situação é preocupante pelos lados da Pompéia. Sinceramente, não sei se o torcedor alviverde terá o prazer de ver seu time completar 100 anos conquistando títulos de expressão, ou ao menos disputando a divisão de elite do futebol brasileiro. Será pessimismo de minha parte? Com o atual elenco, acredito que não.
Me lembro como se fosse hoje a euforia dos torcedores alviverdes, ali na altura do número 1800 da Rua Turiassú, no dia 5 de julho, quando o Palmeiras venceu o Coritiba por 2x0 o jogo de ida da final, realizado na Arena Barueri.
Os torcedores mostraram uma prévia do que aconteceria na semana seguinte, quando fecharam completamente a rua para comemorar o título, e até a polícia entrou em ação, com balas de borracha para esvaziar o local.
Porém, o fato importante que venho destacar aqui, é a respeito daquele resultado do dia 5 de julho, ou então outro, o do dia 16 de junho, quando o Palmeiras venceu o Grêmio por 2x0 no jogo de ida da semifinal, disputado no Olímpico, em Porto Alegre.
Em ambas as vitórias, que praticamente mataram os duelos, o Palmeiras viu o resultado cair do céu. Foram duas vitórias totalmente enganosas, que iludiram o torcedor.
Em Porto Alegre, Hernán Barcos achou dois gols nos minutos finais do embate. Em Barueri, o Coritiba teve todas as chances do mundo para fazer 2x0 ou até 3, ainda no primeiro tempo. Não o fez, e no segundo tempo o Palmeiras encontrou dois gols, como ocorrera no RS.
Coincidência do destino, nas duas decisões (a da semifinal e a da final), o Palmeiras saiu vencedor com empates por 1x1. Foi tudo milimetricamente traçado pelos Deuses do futebol para que o Verdão fosse campeão.
Qual o mal disso? A ressaca. Ressaca essa que, indiretamente, dura até hoje. 9 meses depois, o Palmeiras segue no buraco da última década. Assim, repito a pergunta da postagem: Existe momento errado para ser campeão?
O Palmeiras mostrou que sim. O título veio, mas não ajudou em nada o clube. O torcedor que comemorou efusivamente aquela conquista, hoje lamenta ter que disputar a Série B em 2013. Lamenta ainda mais o resultado desta quarta-feira, dia 27.3, pelo Campeonato Paulista.
Algo que não acontecia desde 2011 se repetiu. Uma goleada daquelas para deixar qualquer torcedor envergonhado. O Palmeiras foi a Mirassol, enfrentar o time da casa, e logo no primeiro tempo o placar apontava 6x2 para o time mandante. Por "sorte" (será que existe isso?) o jogou terminou assim, apenas 6x2. Infelizmente parece ser normal esses resultados vexatórios ocorrerem.
É preocupante a situação da Sociedade Esportiva Palmeiras, que irá completar 100 anos em 2014. Em uma análise que também já fiz antes, o ótimo jornalista Antero Grecco concluiu ontem, no Sports Center, da ESPN, que o Palmeiras, com exceção da Era Parmalat, parou na década de 1970.
De lá para cá (1977 até 2013), tirando os anos dourados da parceria com a empresa de laticínios, foram apenas um Paulista em 2008 e uma Copa do Brasil em 2012 conquistados pelo time. Muito pouco para o time de tamanha grandeza.
A situação é preocupante pelos lados da Pompéia. Sinceramente, não sei se o torcedor alviverde terá o prazer de ver seu time completar 100 anos conquistando títulos de expressão, ou ao menos disputando a divisão de elite do futebol brasileiro. Será pessimismo de minha parte? Com o atual elenco, acredito que não.
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| Wesley, que veio por um preço caríssimo, como esperança de fortalecer o elenco |
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segunda-feira, 18 de março de 2013
Santos em 2013: um time de apenas 5 artilheiros
Ao fazer minha atualização semanal dos resultados dos quatro grandes de São Paulo na manhã dessa segunda-feira, me deparei com algo interessante que já havia me chamado a atenção antes: o Santos de 2013 é um time de poucos artilheiros, que dependem de cinco jogadores em específico.
Diferentemente de São Paulo, Corinthians e Palmeiras, que por coincidência ou não, disputam duas competição no momento (Paulista e Libertadores), o Santos, com menos jogos no ano, está disputando apenas o estadual e até o momento chama atenção pelo fato de poucos jogadores terem marcados pelo time da Vila.
Aliás, até fim de semana passado, quando o Santos foi a Sorocaba enfrentar o Atlético (vitória por 2x1), apenas 4 jogadores tinham tentos anotados: Neymar, André, Cícero e Miralles. Naquele domingo, Montillo fez o seu primeiro gol com a camisa alvinegra, voltando a repetir o feito no último sábado, diante do Guarani, na Vila.
No Corinthians, 14 jogadores diferentes já fizeram gols, que no total da atual temporada soma 27. No Tricolor Paulista, 13 goleadores em 35 gols feitos. E no Verdão 11 marcadores em 23 gols anotados.
Já no Santos, dos 22 tentos marcados em 12 partidas no ano, seis deles foram feitos por Neymar, cinco pelos atacantes Miralles e André, quatro por Cícero e dois por Montillo.
Assim, em termos de porcentagem, Neymar tem na sua conta 27,27% dos gols do Peixe, os dois atacantes 22,72%, Cícero 18,18% e Montillo com 9,09%, jogador que aos poucos vem encontrando seu caminho no time de Muricy Ramalho.
Considerando que lesões e suspensões são comuns no futebol, somando ainda a convocações para Seleção Brasileira e Argentina, o time do Peixe pode preocupar seus torcedores nas próxima duas rodadas, já que Neymar e Montillo estão convocados pelos seus países e serão desfalques certos nas duas próximas rodadas.
Goleadores dos 4 grandes em 2013
São Paulo: 35 gols. 22 no Paulista (11 jogos) e 13 na Libertadores (6 jogos)
8 gols: Luis Fabiano - 22,85%;
7 gols: Jadson - 20%;
5 gols: Osvaldo - 14,25%;
4 gols: Aloísio - 11,42%;
2 gols: Ganso e Rogério - 5,71% (cada);
1 gol: Tolói, Edson Silva, Rodolpho, Ademilson, Cañete e Maikon - 2,85% (cada);
1 gol contra - 2,85%.
Corinthians: 27 gols. 21 no Paulista (12 jogos) e 6 na Libertadores (4 jogos)
7 gols: Guerrero - 25,92%;
4 gols: Pato - 14,81%;
3 gols: Paulinho - 11,11%;
2 gols: Jorge Henrique e Romarinho - 7,4% (cada);
1 gol: Douglas, Felipe, Edenilson, Guilherme, Emerson, Danilo, Fabio Santos, Renato Augusto e Giovanni - 3,7% (cada).
Palmeiras: 23 gols. 21 no Paulista (12 jogos) e 2 na Libertadores (3 jogos)
4 gols: Henrique - 17,40%
3 gols: Barcos e Márcio Araújo - 13,04% (cada);
2 gols: Patrick Vieira, Luan, Vilson e Leandro - 8,70% (cada);
1 gol: Vinicius, Ayrton, Souza e Valdivia - 4,34% (cada);
1 gol conta - 4,34%
Santos: 22 gols. Todos pelo Paulista, em 12 jogos.
6 gols: Neymar - 27,27%
5 gols: Miralles e André - 22,72%
4 gols: Cícero - 18,18%
2 gols: Montillo - 9,09%
Diferentemente de São Paulo, Corinthians e Palmeiras, que por coincidência ou não, disputam duas competição no momento (Paulista e Libertadores), o Santos, com menos jogos no ano, está disputando apenas o estadual e até o momento chama atenção pelo fato de poucos jogadores terem marcados pelo time da Vila.
Aliás, até fim de semana passado, quando o Santos foi a Sorocaba enfrentar o Atlético (vitória por 2x1), apenas 4 jogadores tinham tentos anotados: Neymar, André, Cícero e Miralles. Naquele domingo, Montillo fez o seu primeiro gol com a camisa alvinegra, voltando a repetir o feito no último sábado, diante do Guarani, na Vila.
No Corinthians, 14 jogadores diferentes já fizeram gols, que no total da atual temporada soma 27. No Tricolor Paulista, 13 goleadores em 35 gols feitos. E no Verdão 11 marcadores em 23 gols anotados.
Já no Santos, dos 22 tentos marcados em 12 partidas no ano, seis deles foram feitos por Neymar, cinco pelos atacantes Miralles e André, quatro por Cícero e dois por Montillo.
Assim, em termos de porcentagem, Neymar tem na sua conta 27,27% dos gols do Peixe, os dois atacantes 22,72%, Cícero 18,18% e Montillo com 9,09%, jogador que aos poucos vem encontrando seu caminho no time de Muricy Ramalho.
Considerando que lesões e suspensões são comuns no futebol, somando ainda a convocações para Seleção Brasileira e Argentina, o time do Peixe pode preocupar seus torcedores nas próxima duas rodadas, já que Neymar e Montillo estão convocados pelos seus países e serão desfalques certos nas duas próximas rodadas.
Goleadores dos 4 grandes em 2013
São Paulo: 35 gols. 22 no Paulista (11 jogos) e 13 na Libertadores (6 jogos)
8 gols: Luis Fabiano - 22,85%;
7 gols: Jadson - 20%;
5 gols: Osvaldo - 14,25%;
4 gols: Aloísio - 11,42%;
2 gols: Ganso e Rogério - 5,71% (cada);
1 gol: Tolói, Edson Silva, Rodolpho, Ademilson, Cañete e Maikon - 2,85% (cada);
1 gol contra - 2,85%.
Corinthians: 27 gols. 21 no Paulista (12 jogos) e 6 na Libertadores (4 jogos)
7 gols: Guerrero - 25,92%;
4 gols: Pato - 14,81%;
3 gols: Paulinho - 11,11%;
2 gols: Jorge Henrique e Romarinho - 7,4% (cada);
1 gol: Douglas, Felipe, Edenilson, Guilherme, Emerson, Danilo, Fabio Santos, Renato Augusto e Giovanni - 3,7% (cada).
Palmeiras: 23 gols. 21 no Paulista (12 jogos) e 2 na Libertadores (3 jogos)
4 gols: Henrique - 17,40%
3 gols: Barcos e Márcio Araújo - 13,04% (cada);
2 gols: Patrick Vieira, Luan, Vilson e Leandro - 8,70% (cada);
1 gol: Vinicius, Ayrton, Souza e Valdivia - 4,34% (cada);
1 gol conta - 4,34%
Santos: 22 gols. Todos pelo Paulista, em 12 jogos.
6 gols: Neymar - 27,27%
5 gols: Miralles e André - 22,72%
4 gols: Cícero - 18,18%
2 gols: Montillo - 9,09%
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quinta-feira, 7 de março de 2013
Em campo, Palmeiras e Corinthians são derrotados. Fora dos gramados, muita polêmica nessa quinta-feira
Na noite desta quarta-feira, Palmeiras e Corinthians entraram em campo pela 3ª rodada da fase de grupos da Taça Libertadores 2013. Ambos foram derrotados, jogando fora de casa, contra equipes tecnicamente inferiores.
SEP - DENTRO DO GRAMADO
O Verdão abriu a noite das equipes brasileiras, enfrentando o Tigre em Victória, na Argentina. Apesar de não ter um time forte no papel, o Palmeiras tecnicamente era muito superior ao adversário.
Porém, o que ficou muito nítido em todos os 90 minutos de jogo, é que a equipe de Gilson Kleina foi para o duelo atrás do empate. Sim, jogou para empatar. Isso foi muito claro.
Nos momentos que era para crescer na partida, o Verdão se retraia. O torcedor palmeirense se acostumou com o Alviverde dos anos 1990, que era implacável. O time dos últimos 10 anos se resume a isso, falta de coragem para vencer.
O preço a pagar saiu mais caro do que se imaginava. Faltando poucos minutos para o término do jogo, o recém contratado Kléber tentou o impensável. Saiu na cara do gol, driblou o zagueiro e, ao invés de chutar, tentou riscar de novo o mesmo marcador.
Aos 49 minutos da etapa final, não mais nem menos, o Tigre fez o gol da vitória. Derrota que não estava nos planos de ninguém, nem do próprio time da casa.
SEP - FORA DE CAMPO
Fora dos gramados, a torcida do Palmeiras agiu como é de seu costume. Foi ao aeroporto de Buenos Aires, o Aeroparque, para agredir os jogadores. Na verdade, o foco era um: Valdivia.
Como num ato de mágica, o chileno desapareceu, fugindo para banheiro. Sobrou para Fernando Prass, com um corte na cabeça, e para Henrique e Bruno, que tentaram dialogar com os marginais.
No fim das contas, o episódio em nada ajuda o Palmeiras, que tem vida difícil na competição, e que no próximo domingo enfrenta o São Paulo, no Morumbi, pelo Paulista.
SCCP - DENTRO DE CAMPO
O Corinthians descobriu que não é só a altitude que preocupa os brasileiros em partidas pela America do Sul a fora. No México, mais precisamente em Tijuana, divisa com os EUA, o fator que se sobressai é o gramado artificial.
Apesar de uma equipe bem montada, que ataca bem e defende melhor ainda, o Tijuana tem como principal aliado o gramado, pouco visto em estádios brasileiros.
Assim, neste contexto, caiu a invencibilidade de 16 jogos do time de Tite na Taça. 14 jogos em 2012 e 2 jogos em 2013. A vitória dos donos da casa, que agora somam 3 vitórias em 3 jogos, saiu em um lance irregular. Bola parada, jogador A a frente do jogador B, fato ignorado pela arbitragem.
Não existe derrota boa, mas acredito que este peso da invencibilidade poderia atrapalhar daqui pra frente, ou seja, o Timão jogará os próximos jogos sem se preocupar com recordes pouco importantes.
SCCP - FORA DE CAMPO
A Conmebol, entidade máxima do futebol sul-americano, julgou o Corinthians em relação a morte do jovem boliviano Kevin Espada. E, como se noticiava, a pena foi diminuída.
Agora, o Timão apenas não poderá ter torcida nos jogos fora de casa (por 18 meses) e terá que pagar 200 mil dólares de multa.
Um preço muito barato perto de uma vida. O Corinthians não tinha culpa da atitude do seu torcedor, isso é um fato. Mas uma punição era necessária nesse momento. Doesse quem tivesse que doer.
Assim, a Confederação Sul Americana volta a ser o que era antes. Uma entidade varzeana, sem muitos princípios e organização. Continuarão morrendo torcedores, brigas também ocorrerão, e a segurança nos estádios será um problema eterno.
SEP - DENTRO DO GRAMADO
O Verdão abriu a noite das equipes brasileiras, enfrentando o Tigre em Victória, na Argentina. Apesar de não ter um time forte no papel, o Palmeiras tecnicamente era muito superior ao adversário.
Porém, o que ficou muito nítido em todos os 90 minutos de jogo, é que a equipe de Gilson Kleina foi para o duelo atrás do empate. Sim, jogou para empatar. Isso foi muito claro.
Nos momentos que era para crescer na partida, o Verdão se retraia. O torcedor palmeirense se acostumou com o Alviverde dos anos 1990, que era implacável. O time dos últimos 10 anos se resume a isso, falta de coragem para vencer.
O preço a pagar saiu mais caro do que se imaginava. Faltando poucos minutos para o término do jogo, o recém contratado Kléber tentou o impensável. Saiu na cara do gol, driblou o zagueiro e, ao invés de chutar, tentou riscar de novo o mesmo marcador.
Aos 49 minutos da etapa final, não mais nem menos, o Tigre fez o gol da vitória. Derrota que não estava nos planos de ninguém, nem do próprio time da casa.
SEP - FORA DE CAMPO
Fora dos gramados, a torcida do Palmeiras agiu como é de seu costume. Foi ao aeroporto de Buenos Aires, o Aeroparque, para agredir os jogadores. Na verdade, o foco era um: Valdivia.
Como num ato de mágica, o chileno desapareceu, fugindo para banheiro. Sobrou para Fernando Prass, com um corte na cabeça, e para Henrique e Bruno, que tentaram dialogar com os marginais.
No fim das contas, o episódio em nada ajuda o Palmeiras, que tem vida difícil na competição, e que no próximo domingo enfrenta o São Paulo, no Morumbi, pelo Paulista.
SCCP - DENTRO DE CAMPO
O Corinthians descobriu que não é só a altitude que preocupa os brasileiros em partidas pela America do Sul a fora. No México, mais precisamente em Tijuana, divisa com os EUA, o fator que se sobressai é o gramado artificial.
Apesar de uma equipe bem montada, que ataca bem e defende melhor ainda, o Tijuana tem como principal aliado o gramado, pouco visto em estádios brasileiros.
Assim, neste contexto, caiu a invencibilidade de 16 jogos do time de Tite na Taça. 14 jogos em 2012 e 2 jogos em 2013. A vitória dos donos da casa, que agora somam 3 vitórias em 3 jogos, saiu em um lance irregular. Bola parada, jogador A a frente do jogador B, fato ignorado pela arbitragem.
Não existe derrota boa, mas acredito que este peso da invencibilidade poderia atrapalhar daqui pra frente, ou seja, o Timão jogará os próximos jogos sem se preocupar com recordes pouco importantes.
SCCP - FORA DE CAMPO
A Conmebol, entidade máxima do futebol sul-americano, julgou o Corinthians em relação a morte do jovem boliviano Kevin Espada. E, como se noticiava, a pena foi diminuída.
Agora, o Timão apenas não poderá ter torcida nos jogos fora de casa (por 18 meses) e terá que pagar 200 mil dólares de multa.
Um preço muito barato perto de uma vida. O Corinthians não tinha culpa da atitude do seu torcedor, isso é um fato. Mas uma punição era necessária nesse momento. Doesse quem tivesse que doer.
Assim, a Confederação Sul Americana volta a ser o que era antes. Uma entidade varzeana, sem muitos princípios e organização. Continuarão morrendo torcedores, brigas também ocorrerão, e a segurança nos estádios será um problema eterno.
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terça-feira, 5 de março de 2013
O preço (caro) do ingresso no futebol brasileiro
Após uma semana de jogos importantes com públicos pequenos perto da grandeza desses confrontos, realizados entre algumas das principais equipes do Brasil, resolvi fazer um análise do porquê disso ocorrer.
Antes de argumentar sobre o tema, coloco aqui em destaque os jogos que levo como base para fazer a análise. São sete, cinco em São Paulo e dois no Rio de Janeiro:
23.1) São Paulo 5x0 Bolívar - Morumbi - 1ª Fase da Libertadores
Público: 41.838 pagantes / Renda: R$ 1.383.036,00
14.2) Palmeiras 2x0 S.Cristal - Pacaembu - Fase de Grupos Libertadores
Público: 17.744 pagantes / Renda: R$ 680.550,47
24.2) Palmeiras 1x0 Barbarense - Pacaembu - 1ª Fase do Paulista
Público: 19.128 pagantes / Renda: R$ 476.310,00
28.2) São Paulo 2x1 Strongest - Morumbi - Fase de Grupos Libertadores
Público: 31.273 pagantes / Renda: R$ 918.305,00
02.3) Vasco 3x2 Fluminense - Engenhão - Mata-mata 1ª Fase Carioca
Público: 15.960 pagantes / Renda: R$ 449.910,00
03.3) Flamengo 0x2 Botafogo - Engenhão - Mata-mata 1ª Fase Carioca
Público: 17.554 pagantes / Renda: R$ 831.380,00
03.3) Santos 0x0 Corinthians - Morumbi - 1ª Fase do Paulista
Público: 17.155 pagantes / Renda: R$ 514.874,00
Como se pode ver, a questão está muito mais relacionada ao preço do ingresso e a importância da partida, do que o adversário em questão.
Assim, no meu raciocínio lógico, coloquei os jogos recentes que chamaram atenção pelo baixo público, duas semifinais no Rio de Janeiro (clássicos estaduais) e um clássico paulista neste último fim de semana, e também dois jogos de Palmeiras e dois jogos do São Paulo, para fazer um comparativo.
CASO SÃO PAULO
No seu primeiro jogo importante do ano, onde valia a classificação para a fase de Grupos da Libertadores, o torcedor são-paulino "lotou" as arquibancadas do Morumbi. Mais de 41 mil pagantes, renda de mais de 1 milhão de reais. Média do ingresso de R$ 33,05.
Já na primeira partida em casa como mandante na fase de grupos, apenas 31 mil torcedores (se comparado ao jogo anterior) e uma renda de quase 1 milhão. 29,36 reais foi a média do ingresso. Em ambos os jogos, os preços foram os mesmos, porém no segundo o ingresso médico caiu em quase 4 reais. Isso se explica pelo setor popular, a 10 reais (arquibancada amarela).
Em ambos jogos esse setor esteve praticamente cheio. Ou seja, a faixa dos 10 mil torcedores que tivemos a mais no jogo contra o Bolívar, se concentrou em todos outros setores, elevando a renda e o ingresso médio. A questão que fica aqui é: e se não houver esse setor? O torcedor que pagou 10 reais pagaria 40 ou 50 para ficar na mesma ou em outras arquibancadas? Ele teria esse poder aquisitivo?
A conclusão que faço, é que ao mesmo tempo em que barateia para uns, a diretoria do São Paulo encarece para outros. Sugestão? Colocar o setor popular de 10 para 20. E baixar o de 40 reais para 30, o de 50 reais para 40. Na próxima quinta-feira, em jogo no Pacaembu, contra o Arsenal, o ingresso mais barato será a 40 reais. Sinceramente? Aposto em estádio vazio (menos de 15 mil pagantes). Basta ver o próximo exemplo para entender.
CASO PALMEIRAS
O Verdão iniciou a Libertadores em casa, contra um adversário modesto, o Sporting Cristal. Acreditei que na volta do clube ao torneio continental, teríamos um ótimo público no Pacaembu. Porém, o que se viu foi que apenas 17 mil pessoas foram ao jogo, com um ingresso médio de R$ 38,35 reais. Ou seja, muito caro. O ingresso mais barato era o tobogã, por 40 reais (inteira).
No jogo seguinte, pelo Paulista, o presidente Paulo Nobre resolveu baixar o preço dos ingressos. Ou seja, nós saímos da Libertadores, para o Paulistinha. Pergunte ao torcedor qual a importância de ambos campeonatos e qual ele prefere ganhar?
O tobogã que era 40, caiu para 20. As arquibancadas de 50, para 30. Ou seja, 20 reais a menos nos principais setores populares de um estádio. Resultado disso? O público foi maior, apesar da renda ser menor. O novo presidente se declarou muito feliz com público. Ingresso médio de R$ 24,90.
Quem olha os dois públicos sem ver as rendas, deve achar que o torcedor do Palestra ficou maluco. Mas após uma análise mais a fundo, já fica claro o motivo. O que vale para o torcedor, a não ser quando o time vive um momento "Corinthians", ou seja, títulos e alegria todo dia, é o preço que vai gastar.
Aqui, percebe-se a diferença entre diretoria de São Paulo e Palmeiras. Uma quer ver o estádio mais cheio possível. A torcida é sempre importante, quanto mais, melhor. Já o outro, só quer dinheiro no bolso. Sinceramente, apesar de ser o mais barato dos quatro jogos analisados, acho que o ingresso médio a 25,00 reais é mais justo, ou melhor, mais realista, do que, 30 ou 40 reais.
CLÁSSICOS DO FIM DE SEMANA
No clássico de São Paulo, a diretoria do Santos levou o duelo contra o Corinthians para o Morumbi, pois o clube havia perdido um mando de jogo, por conta de moedas jogadas em Paulo Henrique Ganso no clássico contra o São Paulo, na Vila.
Assim, o que se viu no estádio Tricolor foi uma casa vazia. Apenas 17 mil pessoas para um jogo, que na teoria seria de alto nível, mas que na prática foi muito fraco. Ingresso médio: 30 reais.
Ou seja, um clássico em campo neutro, em uma primeira fase de Paulista, que cá entre nós não vale nada, teve estádio vazio com um ingresso médio que não foi dos mais caros. Como explicar isso? De um lado era Neymar, de outro Alexandre Pato. Talvez o Pacaembu ou até mesmo a Arena Barueri eram opções melhores.
Já nas semifinais do Rio de Janeiro, o torcedor carioca mostrou que o que vale mesmo é o peso da torcida. 15 mil pagantes para Vasco x Fluminense e 17 para Flamengo x Botafogo, acredito eu, é muito pouco. O ingresso médio não foi dos mais altos no sábado: 28,18 reais. Já no domingo... R$ 47,36. O mais caro de todos os 7 jogos analisados aqui.
Assim, quem diz que não vai ao Engenhão pela distância, só engana a si mesmo. Pois mesmo com o ingresso muito mais caro, a torcida do Flamengo (maior parte, 71%) e a do Botafogo (menor parte, 29%) conseguiram encher mais o estádio que Fluminense e Vasco.
Antes de argumentar sobre o tema, coloco aqui em destaque os jogos que levo como base para fazer a análise. São sete, cinco em São Paulo e dois no Rio de Janeiro:
23.1) São Paulo 5x0 Bolívar - Morumbi - 1ª Fase da Libertadores
Público: 41.838 pagantes / Renda: R$ 1.383.036,00
14.2) Palmeiras 2x0 S.Cristal - Pacaembu - Fase de Grupos Libertadores
Público: 17.744 pagantes / Renda: R$ 680.550,47
24.2) Palmeiras 1x0 Barbarense - Pacaembu - 1ª Fase do Paulista
Público: 19.128 pagantes / Renda: R$ 476.310,00
28.2) São Paulo 2x1 Strongest - Morumbi - Fase de Grupos Libertadores
Público: 31.273 pagantes / Renda: R$ 918.305,00
02.3) Vasco 3x2 Fluminense - Engenhão - Mata-mata 1ª Fase Carioca
Público: 15.960 pagantes / Renda: R$ 449.910,00
03.3) Flamengo 0x2 Botafogo - Engenhão - Mata-mata 1ª Fase Carioca
Público: 17.554 pagantes / Renda: R$ 831.380,00
03.3) Santos 0x0 Corinthians - Morumbi - 1ª Fase do Paulista
Público: 17.155 pagantes / Renda: R$ 514.874,00
Como se pode ver, a questão está muito mais relacionada ao preço do ingresso e a importância da partida, do que o adversário em questão.
Assim, no meu raciocínio lógico, coloquei os jogos recentes que chamaram atenção pelo baixo público, duas semifinais no Rio de Janeiro (clássicos estaduais) e um clássico paulista neste último fim de semana, e também dois jogos de Palmeiras e dois jogos do São Paulo, para fazer um comparativo.
CASO SÃO PAULO
No seu primeiro jogo importante do ano, onde valia a classificação para a fase de Grupos da Libertadores, o torcedor são-paulino "lotou" as arquibancadas do Morumbi. Mais de 41 mil pagantes, renda de mais de 1 milhão de reais. Média do ingresso de R$ 33,05.
Já na primeira partida em casa como mandante na fase de grupos, apenas 31 mil torcedores (se comparado ao jogo anterior) e uma renda de quase 1 milhão. 29,36 reais foi a média do ingresso. Em ambos os jogos, os preços foram os mesmos, porém no segundo o ingresso médico caiu em quase 4 reais. Isso se explica pelo setor popular, a 10 reais (arquibancada amarela).
Em ambos jogos esse setor esteve praticamente cheio. Ou seja, a faixa dos 10 mil torcedores que tivemos a mais no jogo contra o Bolívar, se concentrou em todos outros setores, elevando a renda e o ingresso médio. A questão que fica aqui é: e se não houver esse setor? O torcedor que pagou 10 reais pagaria 40 ou 50 para ficar na mesma ou em outras arquibancadas? Ele teria esse poder aquisitivo?
A conclusão que faço, é que ao mesmo tempo em que barateia para uns, a diretoria do São Paulo encarece para outros. Sugestão? Colocar o setor popular de 10 para 20. E baixar o de 40 reais para 30, o de 50 reais para 40. Na próxima quinta-feira, em jogo no Pacaembu, contra o Arsenal, o ingresso mais barato será a 40 reais. Sinceramente? Aposto em estádio vazio (menos de 15 mil pagantes). Basta ver o próximo exemplo para entender.
CASO PALMEIRAS
O Verdão iniciou a Libertadores em casa, contra um adversário modesto, o Sporting Cristal. Acreditei que na volta do clube ao torneio continental, teríamos um ótimo público no Pacaembu. Porém, o que se viu foi que apenas 17 mil pessoas foram ao jogo, com um ingresso médio de R$ 38,35 reais. Ou seja, muito caro. O ingresso mais barato era o tobogã, por 40 reais (inteira).
No jogo seguinte, pelo Paulista, o presidente Paulo Nobre resolveu baixar o preço dos ingressos. Ou seja, nós saímos da Libertadores, para o Paulistinha. Pergunte ao torcedor qual a importância de ambos campeonatos e qual ele prefere ganhar?
O tobogã que era 40, caiu para 20. As arquibancadas de 50, para 30. Ou seja, 20 reais a menos nos principais setores populares de um estádio. Resultado disso? O público foi maior, apesar da renda ser menor. O novo presidente se declarou muito feliz com público. Ingresso médio de R$ 24,90.
Quem olha os dois públicos sem ver as rendas, deve achar que o torcedor do Palestra ficou maluco. Mas após uma análise mais a fundo, já fica claro o motivo. O que vale para o torcedor, a não ser quando o time vive um momento "Corinthians", ou seja, títulos e alegria todo dia, é o preço que vai gastar.
Aqui, percebe-se a diferença entre diretoria de São Paulo e Palmeiras. Uma quer ver o estádio mais cheio possível. A torcida é sempre importante, quanto mais, melhor. Já o outro, só quer dinheiro no bolso. Sinceramente, apesar de ser o mais barato dos quatro jogos analisados, acho que o ingresso médio a 25,00 reais é mais justo, ou melhor, mais realista, do que, 30 ou 40 reais.
CLÁSSICOS DO FIM DE SEMANA
No clássico de São Paulo, a diretoria do Santos levou o duelo contra o Corinthians para o Morumbi, pois o clube havia perdido um mando de jogo, por conta de moedas jogadas em Paulo Henrique Ganso no clássico contra o São Paulo, na Vila.
Assim, o que se viu no estádio Tricolor foi uma casa vazia. Apenas 17 mil pessoas para um jogo, que na teoria seria de alto nível, mas que na prática foi muito fraco. Ingresso médio: 30 reais.
Ou seja, um clássico em campo neutro, em uma primeira fase de Paulista, que cá entre nós não vale nada, teve estádio vazio com um ingresso médio que não foi dos mais caros. Como explicar isso? De um lado era Neymar, de outro Alexandre Pato. Talvez o Pacaembu ou até mesmo a Arena Barueri eram opções melhores.
Já nas semifinais do Rio de Janeiro, o torcedor carioca mostrou que o que vale mesmo é o peso da torcida. 15 mil pagantes para Vasco x Fluminense e 17 para Flamengo x Botafogo, acredito eu, é muito pouco. O ingresso médio não foi dos mais altos no sábado: 28,18 reais. Já no domingo... R$ 47,36. O mais caro de todos os 7 jogos analisados aqui.
Assim, quem diz que não vai ao Engenhão pela distância, só engana a si mesmo. Pois mesmo com o ingresso muito mais caro, a torcida do Flamengo (maior parte, 71%) e a do Botafogo (menor parte, 29%) conseguiram encher mais o estádio que Fluminense e Vasco.
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